Menu
Promoções

Vingança pela ótica feminina

Arquivo Geral

20/06/2003 0h00

Tenso e viceral. Assim é o começo de As Três Marias, filme de Aluizio Abranches (Um Copo de Cólera), que está chegando à locadoras em formatos DVD e VHS. Produção recente do cinema nacional, essa fita reúne um elenco forte e traz Lázaro Ramos (protagonista de Madame Satã e o Homem que Copiava) em seu primeiro papel no cinema.

Marieta Severo, Júlia Lemertz, Maria Luiza Mendonça e Luiza Mariani carregam a trama de Abranche, com roteiro de Heitor Dhalla e Wilson Freire. Carlos Vereza, em participação especial, Alexandre Borges, numa ponta, Tuca Andrada e o à época desconhecido Wagner Ramos (Deus é Brasileiro e Carandiru) ponteiam as cenas com atuções competentíssimas. No papel de um matador de aluguel, Wagner Moura levou o prêmio de Melhor Ator no Cine Ceará. Vale destacar ainda o trabalho de Cassiano Carneiro (Quem Matou Pixote?) como o algoz da estória. Haja estômago para ver as cenas iniciais. Olhos arrancados, enforcamento com as próprias tripas da vítima e imolação abrem o cabedal de vingança que amarra a trama. Firmino Santos Guerra (Carlos Vereza) não se conforma em ter perdido seu grande amor, Filomena (Marieta Severo), para um fazendeiro vizinho. Então, 30 anos depois, manda seus filhos darem cabo do rival e de seus herdeiros homens. Assim, Filomena perde o marido e os dois filhos mais velhos. Não chora. Nenhuma lágrima cai de seus olhos. Filomena convoca uma reunião com as três filhas marias (Francisca, Julia Lemmertz; Rosa, Maria Luiza Mendonça; e Pia, Luiza Mariani), serve um prato frio e pede as cabeças de Firmino e seus dois filhos como vingança. Muita ação e realismo correm depois desse encontro familiar que dita toda a regra do jogo apresentado em As Três Marias. Embora se passe no sertão nordestino devastado pela seca, o filme tem uma linguagem moderna e aproveita bem as locações no interior de Pernambuco e em Recife.

    Você também pode gostar

    Vingança pela ótica feminina

    Arquivo Geral

    20/06/2003 0h00

    Tenso e viceral. Assim é o começo de As Três Marias, filme de Aluizio Abranches (Um Copo de Cólera), que está chegando à locadoras em formatos DVD e VHS. Produção recente do cinema nacional, essa fita reúne um elenco forte e traz Lázaro Ramos (protagonista de Madame Satã e o Homem que Copiava) em seu primeiro papel no cinema.

    Marieta Severo, Júlia Lemertz, Maria Luiza Mendonça e Luiza Mariani carregam a trama de Abranche, com roteiro de Heitor Dhalla e Wilson Freire. Carlos Vereza, em participação especial, Alexandre Borges, numa ponta, Tuca Andrada e o à época desconhecido Wagner Ramos (Deus é Brasileiro e Carandiru) ponteiam as cenas com atuções competentíssimas. No papel de um matador de aluguel, Wagner Moura levou o prêmio de Melhor Ator no Cine Ceará. Vale destacar ainda o trabalho de Cassiano Carneiro (Quem Matou Pixote?) como o algoz da estória. Haja estômago para ver as cenas iniciais. Olhos arrancados, enforcamento com as próprias tripas da vítima e imolação abrem o cabedal de vingança que amarra a trama. Firmino Santos Guerra (Carlos Vereza) não se conforma em ter perdido seu grande amor, Filomena (Marieta Severo), para um fazendeiro vizinho. Então, 30 anos depois, manda seus filhos darem cabo do rival e de seus herdeiros homens. Assim, Filomena perde o marido e os dois filhos mais velhos. Não chora. Nenhuma lágrima cai de seus olhos. Filomena convoca uma reunião com as três filhas marias (Francisca, Julia Lemmertz; Rosa, Maria Luiza Mendonça; e Pia, Luiza Mariani), serve um prato frio e pede as cabeças de Firmino e seus dois filhos como vingança. Muita ação e realismo correm depois desse encontro familiar que dita toda a regra do jogo apresentado em As Três Marias. Embora se passe no sertão nordestino devastado pela seca, o filme tem uma linguagem moderna e aproveita bem as locações no interior de Pernambuco e em Recife.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado