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Vida de Paulinho da Viola vai para a telona

Arquivo Geral

28/07/2003 0h00

O documentário Paulinho da Viola – Meu Tempo É Hoje chega finalmente ao circuito comercial. Depois de entusiasmar as platéias de festivais como o É Tudo Verdade e o Cine Ceará, o filme de Izabel Jaguaribe, com roteiro de Zuenir e Joana Ventura, teve estréia ontem no Rio, e pré-estréia em São Paulo.

Despojado e generoso, Meu Tempo É Hoje deixa brilhar o gênio de Paulinho, cantando, tocando, passeando pelas ruas do centro antigo da Cidade Maravilhosa, encontrando amigos, como Zeca Pagodinho e os parceiros da Velha Guarda da Portela. Revela também algumas de suas manias, como restaurar carros antigos, consertar relógios, fabricar cavaquinhos e tacos de bilhar.

Do ponto de vista formal, o documentário não ousa tanto. Intercala depoimentos a números musicais. Comparecem Marisa Monte, Dona Ivone Lara, Monarco, Jair do Cavaco e, entre outros, seu pai, César, um craque do violão sete cordas. Ousado ou não, o filme vale pela grande estrela do Príncipe do Samba. Figura pública reservada, o compositor de Foi um Rio que Passou em Minha Vida e Sinal Fechado aparece aqui bem à vontade, e este é o grande mérito de Meu Tempo É Hoje, pois mostra um Paulinho da Viola que poucos, apenas amigos e parentes, conhecem.

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    Arquivo Geral

    28/07/2003 0h00

    O documentário Paulinho da Viola – Meu Tempo É Hoje chega finalmente ao circuito comercial. Depois de entusiasmar as platéias de festivais como o É Tudo Verdade e o Cine Ceará, o filme de Izabel Jaguaribe, com roteiro de Zuenir e Joana Ventura, teve estréia ontem no Rio, e pré-estréia em São Paulo.

    Despojado e generoso, Meu Tempo É Hoje deixa brilhar o gênio de Paulinho, cantando, tocando, passeando pelas ruas do centro antigo da Cidade Maravilhosa, encontrando amigos, como Zeca Pagodinho e os parceiros da Velha Guarda da Portela. Revela também algumas de suas manias, como restaurar carros antigos, consertar relógios, fabricar cavaquinhos e tacos de bilhar.

    Do ponto de vista formal, o documentário não ousa tanto. Intercala depoimentos a números musicais. Comparecem Marisa Monte, Dona Ivone Lara, Monarco, Jair do Cavaco e, entre outros, seu pai, César, um craque do violão sete cordas. Ousado ou não, o filme vale pela grande estrela do Príncipe do Samba. Figura pública reservada, o compositor de Foi um Rio que Passou em Minha Vida e Sinal Fechado aparece aqui bem à vontade, e este é o grande mérito de Meu Tempo É Hoje, pois mostra um Paulinho da Viola que poucos, apenas amigos e parentes, conhecem.

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