Consertar instrumentos musicais exige cuidados e afinidade com o equipamento. Alguns luthiers da cidade também consertam violino, violoncelo, fagote. Hary Schweizer (apenas fagote) e Antenor Júnior (instrumentos de corda) dividem seus trabalhos entre o fabrico e a arrumação.
“Antenor é muito prestigiado pela orquestra e todos os músicos o procuram. Sempre levo o meu violino”, lembra Kátia Pinheiro – primeiro violino da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional. Os violinistas Cláudio Cohen – regente substituto da orquestra – e Denise Gomes também confiam eventuais reparos em seus instrumentos a Antenor.
Guitarristas, contrabaixistas e vilonistas têm outro endereço em Brasília para “salvar” seus instrumentos quando ocorre algum dano. Davi Silva Antunes, da Casa do Músico, conserta violões, guitarra, cavaquinho e outros instrumentos de corda (acústico e elétrico). “Não me especializei em reparar um só tipo de instrumento. Aqui, conserto o que chega”, conta Davi, que faz restauração há mais de seis anos. “Violão é o mais consertado”, revela.
Atuando em outro segmento musical, o de sopro, Sergio Moraes é especialista em flautas. “Conserto flautas há seis anos”, informa o professor da Academia BsB Musical e da Escola Brasileira Raphael Rabello, que funciona nos fundos do Centro de Convenções.