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Uma sogra é castigo, a outra pecado

Arquivo Geral

18/08/2004 0h00

No Brasil, não faltam piadas de sogras, contadas, principalmente, por genros em domingos de bebedeira. Para outros, a mãe da esposa é um verdadeiro castigo. Se for assim, os pecados de Giová (José Wilker) em Senhora do Destino devem ser muito maiores que os de Neco (Danton Mello) em Cabocla. Talvez isso explique as sogras que eles têm. Dona Flaviana (Yoná Magalhães) não perde uma de chance infernizar Giová. Emerenciana (Patrícia Pillar), por sua vez, é simples, gentil e está sempre disposta a ajudar.

“Não gostaria de ter uma sogra como Flaviana. Ela é muito chata”, brinca Yoná. Dona Flaviana é mãe da falecida Haide e, católica fervorosa, foi morar na casa do genro Giovanni Improtta para ajudar na criação de seus netos Jenifer (Bárbara Borges) e João Manoel (Heitor Martinez). “Ela sempre acha que está fazendo o bem para os netos. Flaviana foi morar com a família para cuidar deles, mas acaba perturbando”, explica a atriz.

A sogra de Giovanni odeia o ex-bicheiro, mas, ao mesmo tempo, não consegue viver sem ele. Além disso, dona Flaviana o controla rigorosamente. E, como se ele ainda fosse casado com sua filha, lhe cobra satisfações. Para Yoná, os dois têm de viver mesmo às turras: “Não teria graça se ela não implicasse com Giová. Todos já estão habituados.”

Do bemEmerenciana é a sogra que qualquer um pede a Deus, inclusive Neco. A dona de casa faz tudo para ajudar Belinha (Regiane Alves) a ficar com ele, até mentir para seu marido, o enfezado Boanerges (Tony Ramos). “Mãe é mãe. Emerenciana é tão apaixonada pela filha que faz de tudo para vê-la feliz”, explica Regiane.

Emerenciana chega a esconder o namorado da filha em casa sem que Boanerges perceba. Mas ela só faz isso porque gosta de Neco. Patrícia Pilar faz a defesa do genro: “Neco é um bom rapaz e merece a ajuda de Emerenciana. É uma ótima sogra. Ele tem sorte”.

Estas duas sogras, cada uma do seu jeito, tem feito a cabeça de muita gente. Anônimas e famosas. É o caso do sambista Dicró, compositor conhecido pelo humor escrachado e por abusar das brincadeiras exatamente com as sogras. O músico Dicró diz ter até uma música para homenagear dona Flaviana. Em Gente Boa, ele afirma, com todas as letras: “A sogra da minha mulher é gente boa”. Pode?

“Ninguém merece uma dona Flaviana. Levo uma sogra como ela para todo lugar, mas o problema é que ela sempre volta”, ri Dicró. O caso de dona Emerenciana, para ele, é diferente: segundo sua interpretação da história, Belinha seria uma desculpa para estar perto de uma mulher como Emerenciana.

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    18/08/2004 0h00

    No Brasil, não faltam piadas de sogras, contadas, principalmente, por genros em domingos de bebedeira. Para outros, a mãe da esposa é um verdadeiro castigo. Se for assim, os pecados de Giová (José Wilker) em Senhora do Destino devem ser muito maiores que os de Neco (Danton Mello) em Cabocla. Talvez isso explique as sogras que eles têm. Dona Flaviana (Yoná Magalhães) não perde uma de chance infernizar Giová. Emerenciana (Patrícia Pillar), por sua vez, é simples, gentil e está sempre disposta a ajudar.

    “Não gostaria de ter uma sogra como Flaviana. Ela é muito chata”, brinca Yoná. Dona Flaviana é mãe da falecida Haide e, católica fervorosa, foi morar na casa do genro Giovanni Improtta para ajudar na criação de seus netos Jenifer (Bárbara Borges) e João Manoel (Heitor Martinez). “Ela sempre acha que está fazendo o bem para os netos. Flaviana foi morar com a família para cuidar deles, mas acaba perturbando”, explica a atriz.

    A sogra de Giovanni odeia o ex-bicheiro, mas, ao mesmo tempo, não consegue viver sem ele. Além disso, dona Flaviana o controla rigorosamente. E, como se ele ainda fosse casado com sua filha, lhe cobra satisfações. Para Yoná, os dois têm de viver mesmo às turras: “Não teria graça se ela não implicasse com Giová. Todos já estão habituados.”

    Do bemEmerenciana é a sogra que qualquer um pede a Deus, inclusive Neco. A dona de casa faz tudo para ajudar Belinha (Regiane Alves) a ficar com ele, até mentir para seu marido, o enfezado Boanerges (Tony Ramos). “Mãe é mãe. Emerenciana é tão apaixonada pela filha que faz de tudo para vê-la feliz”, explica Regiane.

    Emerenciana chega a esconder o namorado da filha em casa sem que Boanerges perceba. Mas ela só faz isso porque gosta de Neco. Patrícia Pilar faz a defesa do genro: “Neco é um bom rapaz e merece a ajuda de Emerenciana. É uma ótima sogra. Ele tem sorte”.

    Estas duas sogras, cada uma do seu jeito, tem feito a cabeça de muita gente. Anônimas e famosas. É o caso do sambista Dicró, compositor conhecido pelo humor escrachado e por abusar das brincadeiras exatamente com as sogras. O músico Dicró diz ter até uma música para homenagear dona Flaviana. Em Gente Boa, ele afirma, com todas as letras: “A sogra da minha mulher é gente boa”. Pode?

    “Ninguém merece uma dona Flaviana. Levo uma sogra como ela para todo lugar, mas o problema é que ela sempre volta”, ri Dicró. O caso de dona Emerenciana, para ele, é diferente: segundo sua interpretação da história, Belinha seria uma desculpa para estar perto de uma mulher como Emerenciana.

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