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Uma gata-ruiva de olhos bem abertos

Arquivo Geral

25/07/2004 0h00

O olho arregalado de Maria Regina e a postura empinada de Babalu. Com os atributos que marcaram seus personagens em Suave Veneno e Quatro Por Quatro, Letícia Spiller procura o caminho para encontrar Viviane, a boazuda aproveitadora que interpreta em Senhora do Destino.

“A Viviane é uma mulher diferente de tudo o que já fiz. Ela é meio vulgar, meio cachorrona”, define Letícia que, confessa, não tem muito contato com a Baixada Fluminense, reduto eleitoral da assessora parlamentar e amante de vereador da novela de Aguinaldo Silva.

“Tinha vontade de ficar lá um tempo, conversar mais com as pessoas, viver mais esse universo”, confessa a atriz. Para compor a candidata a primeira-dama de Duque de Caxias, Letícia alongou e avermelhou os cabelos e procurou ajuda com sua psicanalista. A mesma que a ajudou a superar a crise dos 30. “Isso aconteceu comigo. Aos 28, achava que podia tudo. Passaram-se dois anos e vi que não era bem assim”, diz Letícia, que namora há dois anos o diretor de fotografia Roberto Amadeo, 44. “Ainda não é casamento, mas é um namoro seriíssimo.”

Com o conhecimento de quem já viveu Deus e o Demônio no teatro, a zen-budista, praticante de meditação e ioga jura que não é muito vaidosa e não gosta de se emperequetar. “A vaidade é o mal da humanidade. Se existe demônio, se chama vaidade. Não existe um só Deus no céu, nem demônio no inferno. O Deus e o Demônio estão aqui e agora”, ensina.

Uma das tentações que ronda sua carreira há 10 anos, desde de Babalu, é posar nua. “Aceitaria o convite, dependendo da proposta. Sei que está rolando alguma coisa, até pelo apelo sensual da personagem, mas só faria por muito dinheiro. Nunca precisei disso, mas o convite é tentador. Já recebi uma proposta na época da Babalu, mas resisti porque achei que não era o momento. Foi o meu primeiro papel como atriz e achei que a minha imagem poderia ficar estigmatizada”, conta a atriz, que continua: “Tem que ser uma quantia muito alta para me tirar dos meus valores. Caso contrário, não faria. Mas depois lembro que tantas pessoas maravilhosas já posaram, quem sabe agora não é a minha vez?” Os marmanjos já podem começar a torcer.

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    25/07/2004 0h00

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    “A Viviane é uma mulher diferente de tudo o que já fiz. Ela é meio vulgar, meio cachorrona”, define Letícia que, confessa, não tem muito contato com a Baixada Fluminense, reduto eleitoral da assessora parlamentar e amante de vereador da novela de Aguinaldo Silva.

    “Tinha vontade de ficar lá um tempo, conversar mais com as pessoas, viver mais esse universo”, confessa a atriz. Para compor a candidata a primeira-dama de Duque de Caxias, Letícia alongou e avermelhou os cabelos e procurou ajuda com sua psicanalista. A mesma que a ajudou a superar a crise dos 30. “Isso aconteceu comigo. Aos 28, achava que podia tudo. Passaram-se dois anos e vi que não era bem assim”, diz Letícia, que namora há dois anos o diretor de fotografia Roberto Amadeo, 44. “Ainda não é casamento, mas é um namoro seriíssimo.”

    Com o conhecimento de quem já viveu Deus e o Demônio no teatro, a zen-budista, praticante de meditação e ioga jura que não é muito vaidosa e não gosta de se emperequetar. “A vaidade é o mal da humanidade. Se existe demônio, se chama vaidade. Não existe um só Deus no céu, nem demônio no inferno. O Deus e o Demônio estão aqui e agora”, ensina.

    Uma das tentações que ronda sua carreira há 10 anos, desde de Babalu, é posar nua. “Aceitaria o convite, dependendo da proposta. Sei que está rolando alguma coisa, até pelo apelo sensual da personagem, mas só faria por muito dinheiro. Nunca precisei disso, mas o convite é tentador. Já recebi uma proposta na época da Babalu, mas resisti porque achei que não era o momento. Foi o meu primeiro papel como atriz e achei que a minha imagem poderia ficar estigmatizada”, conta a atriz, que continua: “Tem que ser uma quantia muito alta para me tirar dos meus valores. Caso contrário, não faria. Mas depois lembro que tantas pessoas maravilhosas já posaram, quem sabe agora não é a minha vez?” Os marmanjos já podem começar a torcer.

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