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Um tributo a Pixinguinha no CNB

Arquivo Geral

15/04/2005 0h00

Um presente duplo para os brasilienses é a a pedida para domingo, no Conjunto Nacional. Para homenagear os 45 anos de Brasília, comemorados em 21 de abril, os 108 anos que o mestre do chorinho, Pixinguinha, completaria no próximo dia 23 – também celebrado como Dia Nacional do Choro –, o CNB promove um grande show dentro do projeto Cultura em Conjunto, com uma apresentação do “Tributo a Pixinguinha”, às 16h, na praça de alimentação (2º piso), com entrada franca.

O show que homenageará esse astro da MPB, terá a participação do músico Eduardo Neves, um dos principais flautistas e saxofonistas da atualidade, acompanhado da voz luxuosa de Moska. Outros dois convidados especiais fazem parte da apresentação. Os brasilienses, Rogério Caetano (sete cordas) e Amoy Ribas (percussão). O encontro marca também o pré-lançamento nacional do site oficial de Pixinguinha, que terá a presença de um de seus netos contando toda a história do artista.

Considerado um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira e mundial, Alfredo da Rocha Vianna Filho, popularmente conhecido como Pixinguinha, revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido, que na verdade era “Pizindim”, significava, segunda sua avó africana, “Menino Bom”. Tendo na figura do pai um grande flautista, que sempre estava rodeado de amigos músicos, como Heitor Villas Lobos, Pixinguinha cresceu em uma atmosfera estritamente musical. Ao longo da carreira, o maestro do choro aprendeu a tocar cavaquinho, flauta, violão, bombardino, piano, órgão e percussão, tornando-se assim um multiinstrumentista.

Como solista apresentou-se em circos, cinemas, teatros, cabarés e carnavais. Participou dos grupos Choro Carioca, Caxangá, Os Oito Batutas, entre outros.

Além disso, o pai da música brasileira compôs cerca de duas mil músicas, deixando registradas quase 350 inéditas. Suas composições passam por estilos musicais que vão desde o maxixe, sambas, valsas, tangos, polcas, foxes e, sobretudo, chorinhos.

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    15/04/2005 0h00

    Um presente duplo para os brasilienses é a a pedida para domingo, no Conjunto Nacional. Para homenagear os 45 anos de Brasília, comemorados em 21 de abril, os 108 anos que o mestre do chorinho, Pixinguinha, completaria no próximo dia 23 – também celebrado como Dia Nacional do Choro –, o CNB promove um grande show dentro do projeto Cultura em Conjunto, com uma apresentação do “Tributo a Pixinguinha”, às 16h, na praça de alimentação (2º piso), com entrada franca.

    O show que homenageará esse astro da MPB, terá a participação do músico Eduardo Neves, um dos principais flautistas e saxofonistas da atualidade, acompanhado da voz luxuosa de Moska. Outros dois convidados especiais fazem parte da apresentação. Os brasilienses, Rogério Caetano (sete cordas) e Amoy Ribas (percussão). O encontro marca também o pré-lançamento nacional do site oficial de Pixinguinha, que terá a presença de um de seus netos contando toda a história do artista.

    Considerado um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira e mundial, Alfredo da Rocha Vianna Filho, popularmente conhecido como Pixinguinha, revolucionou a maneira de se fazer música no Brasil sob vários aspectos. Como compositor, arranjador e instrumentista, sua atuação foi decisiva nos rumos que a música brasileira tomou. O apelido, que na verdade era “Pizindim”, significava, segunda sua avó africana, “Menino Bom”. Tendo na figura do pai um grande flautista, que sempre estava rodeado de amigos músicos, como Heitor Villas Lobos, Pixinguinha cresceu em uma atmosfera estritamente musical. Ao longo da carreira, o maestro do choro aprendeu a tocar cavaquinho, flauta, violão, bombardino, piano, órgão e percussão, tornando-se assim um multiinstrumentista.

    Como solista apresentou-se em circos, cinemas, teatros, cabarés e carnavais. Participou dos grupos Choro Carioca, Caxangá, Os Oito Batutas, entre outros.

    Além disso, o pai da música brasileira compôs cerca de duas mil músicas, deixando registradas quase 350 inéditas. Suas composições passam por estilos musicais que vão desde o maxixe, sambas, valsas, tangos, polcas, foxes e, sobretudo, chorinhos.

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