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Um tempo para o bonitão

Arquivo Geral

12/09/2004 0h00

Num dia ele era Apolo, no outro, Paco. Mas, nas últimas semanas, ele tem conseguido ser só Reynaldo Gianecchini. O protagonista de Da Cor do Pecado encerrou a novela colhendo os louros do sucesso.

Em entrevista ao jornal carioca Extra, o ator falou das dificuldades que teve em separar os dois personagens que viveu nos últimos meses na televisão e de como seu público mudou desde que estreou este mais recente trabalho.

“Foi uma diferença gritante”, destacou o ator, que no último capítulo viveu o desafio de fazer se encontrarem seus dois personagens. “Essa novela atingiu um público adolescente e infantil muito grande e eu pude ver que elas realmente adoraram a trama”.

Gianecchini ainda não sabe se vai abandonar o atual visual ou vai permanecer com barba e cabelos longos. A única coisa que o marido de Marília Gabriela sabe é que os Estados Unidos estão em sua meta. Já arrumou as malas e partiu para aquele país, onde fica por um tempo estudando artes dramáticas.

Para a mulher, Marília Gabriela, que vai ficar no Brasil, já que voltará a integrar o elenco de Senhora do Destino, Giane é só elogios. O ator garante que ficou muito orgulhoso da atuação de Marília como a dona do jornal Diário de Notícias, Josefa, na novela das oito.

“Marília até parecia uma atriz veterana”, rasga-se em elogios o galã de Da Cor do Pecado. É suspeito para falar, mas…

Qual o balanço que você faz de Da Cor do Pecado, seu quarto trabalho na TV?

Acho que pude render pra caramba, porque o personagem é muito rico, abriu várias possibilidades para aprender muita coisa. Mas foi difícil, foi uma novela de muito trabalho. O clima nas gravações esteve ótimo, fiz grandes amizades. Acabou sendo um trabalho excelente, e isso em todos os sentidos.

Quais foram as grandes surpresas da novela para você?

Foi maravilhoso conhecer Lima Duarte, por tudo. Ele é generoso e se entrega demais. Foi a minha grande surpresa na novela. Outra pessoa que eu me orgulho muito em ter conhecido foi a Denise Saraceni (diretora). Ela faz uma equipe mesmo, agrega todo mundo num mesmo barco.

O seu trabalho foi muito elogiado pela crítica. Hoje isso ainda preocupa você?

Estou num processo de aprendizado. E sei que cresci muito, principalmente porque tive bons diretores e texto. Mas não gosto de ficar avaliando meu trabalho. Não me preocupo se estou sendo considerado agora um bom ator ou não. Eu me preocupo com o meu crescimento.

O que foi mais difícil em Da Cor do Pecado?

Foi tentar descobrir a diferença entre Paco e Apolo, fazer sem confundi-los. Tinha que descobrir as nuances de cada personagem e dar a carga dramática que eles precisavam.

E na rua? Seu público mudou?

Foi uma diferença gritante. Essa novela atingiu um público adolescente e infantil muito grande e eu pude ver que elas realmente adoram. E quando o povo gosta, quando é uma novela de sucesso, as pessoas chamam os atores pelo nome do personagem.

Mas chamavam você de Paco ou Apolo?

Pelos dois.

Você pretende mudar seu visual agora que terminou a novela?

Não sei o que vou fazer. Estou me sentindo muito confortável deste jeito.

E quais são os planos?

Vou tirar umas férias produtivas. Vou fazer um curso de interpretação nos Estados Unidos até dezembro.

O que você achou de Marília Gabriela em Senhora do Destino?

Excelente, excepcional. Fiquei impressionado com a capacidade dela, a força e a presença dela no vídeo.

Você deu alguma dica para ela?

Não. Eu passava o texto com ela, mas jamais me arriscaria a falar nada.

O que falta na sua vida para considerá-la completa?

Acho que nada. A vida é uma busca por realizações. Não tenho sonho de consumo ainda não realizado. Nada que seja material que possa me fazer mais feliz. O que vai me trazer cada vez mais realizações são as coisas que eu fizer, o que eu deixar, o meu trabalho. Isso me realiza.

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    12/09/2004 0h00

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    Em entrevista ao jornal carioca Extra, o ator falou das dificuldades que teve em separar os dois personagens que viveu nos últimos meses na televisão e de como seu público mudou desde que estreou este mais recente trabalho.

    “Foi uma diferença gritante”, destacou o ator, que no último capítulo viveu o desafio de fazer se encontrarem seus dois personagens. “Essa novela atingiu um público adolescente e infantil muito grande e eu pude ver que elas realmente adoraram a trama”.

    Gianecchini ainda não sabe se vai abandonar o atual visual ou vai permanecer com barba e cabelos longos. A única coisa que o marido de Marília Gabriela sabe é que os Estados Unidos estão em sua meta. Já arrumou as malas e partiu para aquele país, onde fica por um tempo estudando artes dramáticas.

    Para a mulher, Marília Gabriela, que vai ficar no Brasil, já que voltará a integrar o elenco de Senhora do Destino, Giane é só elogios. O ator garante que ficou muito orgulhoso da atuação de Marília como a dona do jornal Diário de Notícias, Josefa, na novela das oito.

    “Marília até parecia uma atriz veterana”, rasga-se em elogios o galã de Da Cor do Pecado. É suspeito para falar, mas…

    Qual o balanço que você faz de Da Cor do Pecado, seu quarto trabalho na TV?

    Acho que pude render pra caramba, porque o personagem é muito rico, abriu várias possibilidades para aprender muita coisa. Mas foi difícil, foi uma novela de muito trabalho. O clima nas gravações esteve ótimo, fiz grandes amizades. Acabou sendo um trabalho excelente, e isso em todos os sentidos.

    Quais foram as grandes surpresas da novela para você?

    Foi maravilhoso conhecer Lima Duarte, por tudo. Ele é generoso e se entrega demais. Foi a minha grande surpresa na novela. Outra pessoa que eu me orgulho muito em ter conhecido foi a Denise Saraceni (diretora). Ela faz uma equipe mesmo, agrega todo mundo num mesmo barco.

    O seu trabalho foi muito elogiado pela crítica. Hoje isso ainda preocupa você?

    Estou num processo de aprendizado. E sei que cresci muito, principalmente porque tive bons diretores e texto. Mas não gosto de ficar avaliando meu trabalho. Não me preocupo se estou sendo considerado agora um bom ator ou não. Eu me preocupo com o meu crescimento.

    O que foi mais difícil em Da Cor do Pecado?

    Foi tentar descobrir a diferença entre Paco e Apolo, fazer sem confundi-los. Tinha que descobrir as nuances de cada personagem e dar a carga dramática que eles precisavam.

    E na rua? Seu público mudou?

    Foi uma diferença gritante. Essa novela atingiu um público adolescente e infantil muito grande e eu pude ver que elas realmente adoram. E quando o povo gosta, quando é uma novela de sucesso, as pessoas chamam os atores pelo nome do personagem.

    Mas chamavam você de Paco ou Apolo?

    Pelos dois.

    Você pretende mudar seu visual agora que terminou a novela?

    Não sei o que vou fazer. Estou me sentindo muito confortável deste jeito.

    E quais são os planos?

    Vou tirar umas férias produtivas. Vou fazer um curso de interpretação nos Estados Unidos até dezembro.

    O que você achou de Marília Gabriela em Senhora do Destino?

    Excelente, excepcional. Fiquei impressionado com a capacidade dela, a força e a presença dela no vídeo.

    Você deu alguma dica para ela?

    Não. Eu passava o texto com ela, mas jamais me arriscaria a falar nada.

    O que falta na sua vida para considerá-la completa?

    Acho que nada. A vida é uma busca por realizações. Não tenho sonho de consumo ainda não realizado. Nada que seja material que possa me fazer mais feliz. O que vai me trazer cada vez mais realizações são as coisas que eu fizer, o que eu deixar, o meu trabalho. Isso me realiza.

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