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Um ás das baquetas no Clube do Choro

Arquivo Geral

27/08/2003 0h00

Três grandes nomes da música instrumental em um único show. Robertinho Silva, Gilson Peranzzetta e Luiz Alves se apresentam, de hoje a domingo, no Clube do Choro, pelo Projeto Tributo a Garoto. Para homenagear o instrumentista, eles cantarão a música Duas Contas.

Robertinho e Luiz praticamente começaram juntos, são quase 40 anos de companherismo. Nos anos 70 conheceram Gilson. Esta será a quarta apresentação do trio. “Já temos idéia de gravar um CD ao vivo, estamos nos projetando devagar. Faz muitos anos que a gente se conhece e é uma grande alegria esta parceria”, diz Robertinho.

Além da música de Garoto, o repertório conta com composições de cada um, da canção Cravo e Canela, de Milton Nascimento, e também Speak no Evil, do saxofonista norte-americano Wayne Shorter, que levou Robertinho para os Estados Unidos.

O baterista e percussionista Robertinho iniciou a carreira no final dos anos 60. Já participou de discos e espetáculos de Milton Nascimento, Tom Jobim, Gilberto Gil e outros. No momento, divulga os dois últimos CDs, Jaquedu, uma parceria com o contrabaixista carioca Ney Conceição e Percurssões e Violas Brasileiros, com o contrabaixista Zé Alexandre Birkett.

Participará do Festival de Música Brasileira de Itajaí (SC), onde dará aula sobre ritmos brasileiros. “Estou fazendo shows e workshops pelo Brasil inteiro, divulgando meu trabalho solo. Estou tocando e cantando história, falando sobre a bateria brasileira”, diz.

O pianista Gilson Peranzzetta traz para Brasília o CD Pingolé, um disco idealizado no Clube do Choro. “É uma alegria muito grande tocar em Brasília e trazer o CD de choro”, anima-se Gilson. Quanto a tocar com Robertinho e Luiz, ele diz estar realizado profissionalmente. “É o acorde que faltava na minha melodia”, conta.

Para Peranzzetta, Garoto é uma referência da música instrumental brasileira. “Quem não tem acesso diz que não gosta, mas na verdade nunca ouviu, porque quando ouve a pessoa se encanta”, afirma.

A formação está dando certo e o trio não pretende parar. “Estamos fazendo alguns shows, vamos prosseguir nesse caminho. Vamos mostrar o resultado dessa união para público de Brasília, que é muito especial e atencioso. É um grande prazer tocar no Clube do Choro”, conta o contrabaixista Luiz Alvez.

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    27/08/2003 0h00

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    Robertinho e Luiz praticamente começaram juntos, são quase 40 anos de companherismo. Nos anos 70 conheceram Gilson. Esta será a quarta apresentação do trio. “Já temos idéia de gravar um CD ao vivo, estamos nos projetando devagar. Faz muitos anos que a gente se conhece e é uma grande alegria esta parceria”, diz Robertinho.

    Além da música de Garoto, o repertório conta com composições de cada um, da canção Cravo e Canela, de Milton Nascimento, e também Speak no Evil, do saxofonista norte-americano Wayne Shorter, que levou Robertinho para os Estados Unidos.

    O baterista e percussionista Robertinho iniciou a carreira no final dos anos 60. Já participou de discos e espetáculos de Milton Nascimento, Tom Jobim, Gilberto Gil e outros. No momento, divulga os dois últimos CDs, Jaquedu, uma parceria com o contrabaixista carioca Ney Conceição e Percurssões e Violas Brasileiros, com o contrabaixista Zé Alexandre Birkett.

    Participará do Festival de Música Brasileira de Itajaí (SC), onde dará aula sobre ritmos brasileiros. “Estou fazendo shows e workshops pelo Brasil inteiro, divulgando meu trabalho solo. Estou tocando e cantando história, falando sobre a bateria brasileira”, diz.

    O pianista Gilson Peranzzetta traz para Brasília o CD Pingolé, um disco idealizado no Clube do Choro. “É uma alegria muito grande tocar em Brasília e trazer o CD de choro”, anima-se Gilson. Quanto a tocar com Robertinho e Luiz, ele diz estar realizado profissionalmente. “É o acorde que faltava na minha melodia”, conta.

    Para Peranzzetta, Garoto é uma referência da música instrumental brasileira. “Quem não tem acesso diz que não gosta, mas na verdade nunca ouviu, porque quando ouve a pessoa se encanta”, afirma.

    A formação está dando certo e o trio não pretende parar. “Estamos fazendo alguns shows, vamos prosseguir nesse caminho. Vamos mostrar o resultado dessa união para público de Brasília, que é muito especial e atencioso. É um grande prazer tocar no Clube do Choro”, conta o contrabaixista Luiz Alvez.

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