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Tributo a Lupicínio

Arquivo Geral

02/09/2003 0h00

A música do sambista e boêmio Lupicínio Rodrigues atravessa as décadas. Consagrada na época da Era do Rádio, nos anos 30 e 40, sua canção foi exaltada pelos cantores do samba-canção na década de 40 e revisitada pela velha guarda carioca nos anos 50. Sobreviveu paralela aos sucessos da Jovem Guarda, da Tropicália e da Geração Coca-Cola e, no raiar do século 21, um novo time de músicos relembra os eternizados versos do compositor gaúcho – todas as terças-feiras de setembro – no projeto Lupicínio., do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

A homenagem ao cantor da dor-de-cotovelo, conforme definiu o poeta Augusto de Campos, será dividido em quatro momentos (cada um representado por um show). Hoje, o sambista capixaba Zé Renato abre a série numa dobradinha com a cantora carioca e filha de Vinícius de Moraes, Mariana de Moraes.

Na próxima terça-feira, a cantora Soraya Ravenle e o instrumentista Walmor Pamplona cantam o som de cabaré de Lupicínio na formação clássica de piano, baixo acústico e bateria. O projeto segue na terceira semana com Elza Maria e o violonista Alfredo Del Penho, num show de voz e violão. Para fechar a programação Elza Soares rasga seu vozeirão na interpretação de alguns sambas de gafieira de Lupicínio, acompanhada pelo violonista Jorge Moreno.

Zé Renato, o primeiro a subir no palco, ao lado de Mariana de Moraes, canta os sucessos do samba-canção escritos por Lupicínio Felicidade e Ponta-de-lança, e interpreta algumas canções menos famosas da poética lupiciniana como Pra São João Decidir e Juca.

“A música de Lupicínio independe de época. Esse projeto tem um ponto muito positivo que é de reverter esse problema que o Brasil tem quanto à memória musical”, diz Renato. Segundo ele, o show é estritamente dedicado ao compositor gaúcho. “Quanto mais esses compositores forem reverenciados, mais a nova geração ficará informada”, defende.

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    Tributo a Lupicínio

    Arquivo Geral

    02/09/2003 0h00

    A música do sambista e boêmio Lupicínio Rodrigues atravessa as décadas. Consagrada na época da Era do Rádio, nos anos 30 e 40, sua canção foi exaltada pelos cantores do samba-canção na década de 40 e revisitada pela velha guarda carioca nos anos 50. Sobreviveu paralela aos sucessos da Jovem Guarda, da Tropicália e da Geração Coca-Cola e, no raiar do século 21, um novo time de músicos relembra os eternizados versos do compositor gaúcho – todas as terças-feiras de setembro – no projeto Lupicínio., do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

    A homenagem ao cantor da dor-de-cotovelo, conforme definiu o poeta Augusto de Campos, será dividido em quatro momentos (cada um representado por um show). Hoje, o sambista capixaba Zé Renato abre a série numa dobradinha com a cantora carioca e filha de Vinícius de Moraes, Mariana de Moraes.

    Na próxima terça-feira, a cantora Soraya Ravenle e o instrumentista Walmor Pamplona cantam o som de cabaré de Lupicínio na formação clássica de piano, baixo acústico e bateria. O projeto segue na terceira semana com Elza Maria e o violonista Alfredo Del Penho, num show de voz e violão. Para fechar a programação Elza Soares rasga seu vozeirão na interpretação de alguns sambas de gafieira de Lupicínio, acompanhada pelo violonista Jorge Moreno.

    Zé Renato, o primeiro a subir no palco, ao lado de Mariana de Moraes, canta os sucessos do samba-canção escritos por Lupicínio Felicidade e Ponta-de-lança, e interpreta algumas canções menos famosas da poética lupiciniana como Pra São João Decidir e Juca.

    “A música de Lupicínio independe de época. Esse projeto tem um ponto muito positivo que é de reverter esse problema que o Brasil tem quanto à memória musical”, diz Renato. Segundo ele, o show é estritamente dedicado ao compositor gaúcho. “Quanto mais esses compositores forem reverenciados, mais a nova geração ficará informada”, defende.

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