O processo foi apresentado na segunda-feira em Los Angeles pela estrela e roteirista do filme, Nia Vardalos, mas, segundo confirmou hoje a imprensa local, Hanks e Wilson se somaram a suas queixas legais como produtores da fita.
Segundo a acusação, a empresa Gold Circle que co-produziu o filme carece de transparência em suas contas e continua sem acabar de pagar o resto da equipe envolvida no filme.
O filme produzido em 2002 por Hanks e Wilson através de sua companhia Playtone custou US$ 5 milhões, mas arrecadou mais de US$ 369 milhões na bilheteria mundial além de ter sido indicado a um Oscar para a então desconhecida Vardalos.
Embora o processo não especifique a remuneração reivindicada pelos litigantes, o contrato de Vardalos diz que receberia 8% dos lucros brutos da fita.
No caso de Hanks e Wilson, da mesma forma que o terceiro co-produtor do filme e também litigante Gary Goetzman, o contrato estipula que corresponde a eles um terço para cada um do lucro líquido, uma vez descontadas todas as despesas indicadas no contrato.