A britânica PJ Harvey é uma das atrações do festival, que ocorre em novembro, em São Paulo
Uma das maiores cantoras mais cultuadas da atualidade, a britânica PJ Harvey. O maior nome do rock inglês da atualidade, o quarteto explosivo The Libertines. O som inclassificável do grupo Primal Scream, de Manchester. O som industrial-futurista dos alemães do Kraftwerk. O tecnopop veterano do Pet Shop Boys. Uma dupla jornada musical dos irmãos belga David e Stephen Dewaele, batizado de 2 Many DJs e sua banda orgânica Soulwax, uma corda bamba entre rock, electro, pop e a experimentação.
Assim será a segunda edição do Tim Festival, que ocupará o Jockey Club de São Paulo nos dias 5, 6 e 7 de novembro. Desde ontem, já está no ar o site com as informações (www.timfestival.com.br). Os ingressos começarão a serem vendidos a partir do dia 1.º de outubro em locais a serem anunciados e no site da Ticketmaster (site www.ticketmaster.com.br).
Os nomes do jazz são também de alta sofisticação: o saxofonista Branford Marsalis, o baixista Dave Holland com uma big band, o pianista Brad Mehldau com seu trio, o quinteto do acordeonista Art van Damme, a cantora Nancy Wilson com seu trio.
A brasileira Bebel Gilberto é o grande nome nacional dessa edição, que também traz as meninas paulistanas da banda Cansei de Ser Sexy, as picapes de Mau Mau e o carioca De Leve. Da MPB, o violonista Chico Pinheiro abre a noite de Nancy Wilson e Brad Mehldau. Há também o dancehall jamaicano da trupe Stone Love, e o pop anabolizado do grupo mexicano Kinky.
Isso tudo sem esquecer da “cereja do bolo” do festival, o criador da surf music, Brian Wilson, de 62 anos, que ocupa com sua banda o palco principal, no dia 7, trazendo o repertório do disco maldito dos Beach Boys, Smile, de 1967 (relançado, aqui no Brasil, pela Warner Music).