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Tiazinha quer nova chance

Arquivo Geral

20/12/2003 0h00

Ela se define como atriz, cantora e bailarina. Está no último ano da faculdade de Jornalismo, estuda canto, tem aulas de guitarra, sonha ainda cursar filosofia e teologia e está prestes a estrear no teatro, com a peça Marido Bandeira Dois, em São Paulo. Mas nada disso adianta. É só olhar para Suzana Alves para lembrar da Tiazinha.

“Eu fiquei conhecida no país inteiro como a Tiazinha, que é apenas um corpo”, queixa-se – mas fazer o quê?. “Tenho que provar que sou algo mais que isso. Eu sou alvo da crítica porque a Tiazinha é uma brincadeira, não é nada séria, as pessoas começam a achar que a minha carreira também é uma brincadeira. Ninguém me leva a sério. Qualquer coisa que eu faço, eles acham que é uma piada”.

Ela está tão dedicada à personagem que pintou os cabelos de vermelho. “Eu fui ruiva até os dois anos de idade. Falo isso e as pessoas não acreditam”, conta a jovem, de 25 anos, que leva uma vida bem mais modesta do que no auge da fama, em 1998.

“Estou bem mais regrada. Eu nem tinha noção de quanto ganhava. De uma hora para a outra, saí do subúrbio e mudei de vida. A plebéia virou cinderela”, diz Suzana, que vive hoje do cachê que cobra para ir a eventos e festas.

Mas será que Suzana tem saudades da época que era considerada símbolo sexual do P aís? “Eu não tenho saudades, tenho boas lembranças. Era tratada como rainha, meio intocável, não tinha contato com seres humanos. Eu sentia falta de fazer programas comuns. Agora, tenho a minha vida de volta”, lembra a ex-mascarada.

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    Arquivo Geral

    20/12/2003 0h00

    Ela se define como atriz, cantora e bailarina. Está no último ano da faculdade de Jornalismo, estuda canto, tem aulas de guitarra, sonha ainda cursar filosofia e teologia e está prestes a estrear no teatro, com a peça Marido Bandeira Dois, em São Paulo. Mas nada disso adianta. É só olhar para Suzana Alves para lembrar da Tiazinha.

    “Eu fiquei conhecida no país inteiro como a Tiazinha, que é apenas um corpo”, queixa-se – mas fazer o quê?. “Tenho que provar que sou algo mais que isso. Eu sou alvo da crítica porque a Tiazinha é uma brincadeira, não é nada séria, as pessoas começam a achar que a minha carreira também é uma brincadeira. Ninguém me leva a sério. Qualquer coisa que eu faço, eles acham que é uma piada”.

    Ela está tão dedicada à personagem que pintou os cabelos de vermelho. “Eu fui ruiva até os dois anos de idade. Falo isso e as pessoas não acreditam”, conta a jovem, de 25 anos, que leva uma vida bem mais modesta do que no auge da fama, em 1998.

    “Estou bem mais regrada. Eu nem tinha noção de quanto ganhava. De uma hora para a outra, saí do subúrbio e mudei de vida. A plebéia virou cinderela”, diz Suzana, que vive hoje do cachê que cobra para ir a eventos e festas.

    Mas será que Suzana tem saudades da época que era considerada símbolo sexual do P aís? “Eu não tenho saudades, tenho boas lembranças. Era tratada como rainha, meio intocável, não tinha contato com seres humanos. Eu sentia falta de fazer programas comuns. Agora, tenho a minha vida de volta”, lembra a ex-mascarada.

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