Foi-se o tempo em que ir a um bar resumia-se a apenas beber, beber e beber. Hoje, diante de clientes exigentes, os donos de bares e similares abriram um leque de novidades para atrair a clientela de suas casas, o que só aumenta o prazer das horas passadas nestes templos do bate-papo.
Com a experiência acumulada em dois bares que não faltam nos roteiros etílicos e gastronômicos da cidade, o Berlim e o Schlobs, Iara Marques abriu há duas semanas o mais novo point da Asa Norte, o Venda do Chopp.
Instalado bem no início da W3 Norte, o bar tem as tais atrações que garantem a freguesia. Os petiscos são todos caseiros, como o croquete de galinha caipira (R$ 7, a porção), o bem servido petisco composto de tiras de filé temperado com alho e servido com legumes e ainda uma mesa de frios, cujos salaminhos, kanis, queijos, palmitos, tomates secos e mussarela de búfala saem a R$ 3,70 (100g).
“Tem que inovar para atrair a clientela”, ensina Iara Marques, que às quartas tem como atração uma dançarina de dança do ventre e às sextas começará a servir sushis e sashimis na mesa de frios.
O ambiente lembra os bares do Rio Antigo. As cadeiras e mesas são feitas em madeira escura envelhecida, o balcão é de mármore e as bebidas ficam dispostas em prateleiras atrás do balcão.
A uisqueria Berlim, na 111 Norte, é outro bar que não perde a qualidade. Além de ser um dos primeiros bares a ter o clube do uísque em Brasília, tem em seu cardápio petiscos originais alemães. Entre eles, salsichas e mostarda alemãs, steaks, salsichão e o tradicional eisben (joelho de porco).
Já no Melting Lounge Bar, o proprietário Rodrigo Araújo traz duas novas atrações na próxima semana. Todas as terças haverá apresentação do grupo teatral Os Anônimos, que será apresentada durante todo o mês de abril e, às quartas terá apresentação de chorinho. Obviamente, os petiscos são os grandes atrativos da casa. O provolone à milanesa, a casquinha de siri servida na própria casquinha e a isca de dourado continuam de primeira. Não tem motivo para ninguém ficar em casa.