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Temperatura elevada no Ceará

Arquivo Geral

10/05/2003 0h00

Como diriam os cearenses: arre égua! Êta festival porreta!. Os 30º graus à sombra das tardes de Fortaleza já anunciavam que o XIII Festival Cine Ceará seria quente, mas não tão agitado quanto tem se mostrado desde o início do evento, na última quarta-feira, dia 7.

Na abertura da festa, uma multidão se aglomerava às portas do majestoso Cine São Luiz, tentando de qualquer forma uma chance de assistir ao prelúdio do festival de dentro do cinema.

No interior do São Luiz, as diferenças eram outras. Ainda no segundo dia, houve quem saísse da sessão na metade da exibição, insatisfeito – ou desconfortável – com o conteúdo dos filmes; críticos alfinetando o diretor do festival (Wolney Oliveira) por causa da seleção dos curtas; participantes reclamando da estrutura técnica da sala de exibição; e, até mesmo, uma troca de socos por correspondência entre produtores brasileiros.

Sete longas-metragens participam dessa edição, concorrendo a um prêmio de R$ 15 mil. Entre curtas de cinema e vídeo, são 26 participantes, para prêmios de R$ 5 mil (primeiro colocado em cinema) e de R$ 3 mil (vencedor em vídeo). Apenas uma produção brasiliense concorre no Cine Ceará, na categoria curta/vídeo: Roleiros, de Guilherme Bacalhao.

Entre os longas, Amarelo Manga, de Cláudio Assis e Narradores de Javé, de Eliane Caffé, são os principais candidatos ao prêmio. O primeiro venceu o Festival de Brasília 2002. O segundo foi consagrado há pouco mais de uma semana, no Festival Cine PE – ex-Festival do Recife – com nove troféus, incluindo o de melhor filme.

Os outros concorrentes são À Margem da Imagem, de Evaldo Mocarzel, Cama de Gato, de Alexandre Stockler, Meu Tempo É Hoje – Paulinho da Viola, de Izabel Jaguaribe, As Tranças de Maria, de Pedro Rovai e Seja o que Deus Quiser!, de Murillo Salles.

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    10/05/2003 0h00

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    Na abertura da festa, uma multidão se aglomerava às portas do majestoso Cine São Luiz, tentando de qualquer forma uma chance de assistir ao prelúdio do festival de dentro do cinema.

    No interior do São Luiz, as diferenças eram outras. Ainda no segundo dia, houve quem saísse da sessão na metade da exibição, insatisfeito – ou desconfortável – com o conteúdo dos filmes; críticos alfinetando o diretor do festival (Wolney Oliveira) por causa da seleção dos curtas; participantes reclamando da estrutura técnica da sala de exibição; e, até mesmo, uma troca de socos por correspondência entre produtores brasileiros.

    Sete longas-metragens participam dessa edição, concorrendo a um prêmio de R$ 15 mil. Entre curtas de cinema e vídeo, são 26 participantes, para prêmios de R$ 5 mil (primeiro colocado em cinema) e de R$ 3 mil (vencedor em vídeo). Apenas uma produção brasiliense concorre no Cine Ceará, na categoria curta/vídeo: Roleiros, de Guilherme Bacalhao.

    Entre os longas, Amarelo Manga, de Cláudio Assis e Narradores de Javé, de Eliane Caffé, são os principais candidatos ao prêmio. O primeiro venceu o Festival de Brasília 2002. O segundo foi consagrado há pouco mais de uma semana, no Festival Cine PE – ex-Festival do Recife – com nove troféus, incluindo o de melhor filme.

    Os outros concorrentes são À Margem da Imagem, de Evaldo Mocarzel, Cama de Gato, de Alexandre Stockler, Meu Tempo É Hoje – Paulinho da Viola, de Izabel Jaguaribe, As Tranças de Maria, de Pedro Rovai e Seja o que Deus Quiser!, de Murillo Salles.

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