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Teatro como terapia

Arquivo Geral

19/06/2003 0h00

Transformar os conhecimentos adquiridos com o teatro em vivências gratificantes para outros profissionais. Este vem sendo o objetivo de Marcos Terra, à frente do Instituto Brasileiro de Ensino e Cultura (Ibrac). Formado em Artes Cênicas pela Faculdade Dulcina de Moraes e atualmente mestrando da Universidade de Lisboa, em Portugal, o jovem ator/professor decidiu, há cinco anos, utilizar seus conhecimentos de teatro para promover encontros com profisisonais de diferentes áreas.

“É o que chamo de vivências cênicas, ou seja, utilizo jogos dramáticos para promover a socialização. Trabalho sobretudo em pilares como a inteligênica emocional, as relações humanas e o lado lúdico pedagógico”, explica Marcos. O resultado é visível nas empresas e com os profissionais que já realizaram as vivências. Os funcionários se sentem em uma verdadeira terapia de grupo. Um exemplo disso é a Rhodes Contadores, empresa de contabilidade, com 25 anos de existência e 32 funcionários diretos. “Imaginamos que nosso funcionário passa oito horas de seu dia na empresa e por isso o local de trabalho deve ser agradável, o trabalho deve proporcionar momentos de alegria. Mesmo sendo uma empresa relativamente pequena, procuramos sempre incentivar o lado social. Por isso optamos por implantar as dinâmicas do professor Marcos Terra”, diz Maria Lúcia Morais, diretora da Rhodes.

Os eventos duram cerca de quatro horas e são compostos por 20 dinâmicas. Podem ser realizadas na empresa ou aos domingos, em um local fora da empesa. Para a psicóloga clínica, Iolanda Barros Valls, esse tipo de atividade só vem acrescentar ao ser humano e pode trazer ótimos resultados em casos de timidez ou com pessoas que têm dificuldades de relacionamentos. “Práticas que associam dança, teatro, são sempre bem-vindas. Nesse caso, não é um trabalho psicoterapêutico, serve apenas como terapêutico. Nesse caso, é bastante válido”, diz a especialista. Para ela, as pessoas, atualmente, são tensas, isoladas dentro de si mesmas. “Todos vivem em uma sociedade muito competitiva e esse tipo de atividade é muito bom para a interação e para se esquecer as tensões”, afirma a psicóloga. “O curso traz a conscientização dessa busca de trabalhar o ser humano e o mundo em todas as suas dimensões. A proposta é desenvolver um ser integral, em harmonia com o outro”, completa Marcos. A próxima atividade de vivência será realizada no dia 29 de junho, domingo e está limitada à participação de 40 profissionais. “As inscrições ainda estão abertas e podem participar profissionais de quaisquer áreas que queiram aperfeiçoar sua inteligência emocional e esse lado adormecido de relações humanas”, adianta Marcos.

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    19/06/2003 0h00

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    “É o que chamo de vivências cênicas, ou seja, utilizo jogos dramáticos para promover a socialização. Trabalho sobretudo em pilares como a inteligênica emocional, as relações humanas e o lado lúdico pedagógico”, explica Marcos. O resultado é visível nas empresas e com os profissionais que já realizaram as vivências. Os funcionários se sentem em uma verdadeira terapia de grupo. Um exemplo disso é a Rhodes Contadores, empresa de contabilidade, com 25 anos de existência e 32 funcionários diretos. “Imaginamos que nosso funcionário passa oito horas de seu dia na empresa e por isso o local de trabalho deve ser agradável, o trabalho deve proporcionar momentos de alegria. Mesmo sendo uma empresa relativamente pequena, procuramos sempre incentivar o lado social. Por isso optamos por implantar as dinâmicas do professor Marcos Terra”, diz Maria Lúcia Morais, diretora da Rhodes.

    Os eventos duram cerca de quatro horas e são compostos por 20 dinâmicas. Podem ser realizadas na empresa ou aos domingos, em um local fora da empesa. Para a psicóloga clínica, Iolanda Barros Valls, esse tipo de atividade só vem acrescentar ao ser humano e pode trazer ótimos resultados em casos de timidez ou com pessoas que têm dificuldades de relacionamentos. “Práticas que associam dança, teatro, são sempre bem-vindas. Nesse caso, não é um trabalho psicoterapêutico, serve apenas como terapêutico. Nesse caso, é bastante válido”, diz a especialista. Para ela, as pessoas, atualmente, são tensas, isoladas dentro de si mesmas. “Todos vivem em uma sociedade muito competitiva e esse tipo de atividade é muito bom para a interação e para se esquecer as tensões”, afirma a psicóloga. “O curso traz a conscientização dessa busca de trabalhar o ser humano e o mundo em todas as suas dimensões. A proposta é desenvolver um ser integral, em harmonia com o outro”, completa Marcos. A próxima atividade de vivência será realizada no dia 29 de junho, domingo e está limitada à participação de 40 profissionais. “As inscrições ainda estão abertas e podem participar profissionais de quaisquer áreas que queiram aperfeiçoar sua inteligência emocional e esse lado adormecido de relações humanas”, adianta Marcos.

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