Menu
Promoções

Syang lança contos eróticos

Arquivo Geral

15/07/2003 0h00

Syang se achocolatou para gravar para a TV parte da promoção do seu mais novo produto, um livro – para quem não se lembra, a roqueira se apresentava também como escritora durante a segunda edição da Casa dos Artistas. A obra, intitulada No Cio traz 17 contos, inclusive um “verdadeiro”, Cafofo, que narra o que aconteceu entre ela um dos gêmeos (Gustavo) no programa do SBT. Ela preparou uma versão pocket de seus shows para “acompanhar” o livro.

A guitarrista – ex-P.U.S. – disse que o livro teve uma gestação muito longa. “Quando entrei na casa, já estava preparando”. Depois que saiu, o turbilhão: shows, entrevistas, sessões de foto. Agora, teve tempo, arrumou uma editora, selecionou os contos – na época do programa, Syang levou dois livros: O Rei de Havana, de Juan Pedro Gutierrez, e Cidades Invisíveis, de Italo Calvino. Syang tem muita coisa escrita. Está “no restaurante, tem uma idéia” de um conto erótico, pega um guardanapo, escreve. Às vezes, abre o guarda-roupa e uma história dessas cai no chão e reaparece.

Ele acredita que a receita de um bom conto erótico “é aquela que mexe com a sua libido. E tem de ser curto, porque não gosto de nada grande.” Diz a roqueira – que tenta consertar em seguida, depois de perceber que a frase era de duplo sentido. “Para escrever um conto erótico, é preciso se imaginar entre quatro paredes, querer fazer amor com o computador, com a caneta.” Aos fãs mais afoitos Syang avisa que uma parte dos contos já está em sua página na Internet (www.uol.com.br/syang).

    Você também pode gostar

    Syang lança contos eróticos

    Arquivo Geral

    15/07/2003 0h00

    Syang se achocolatou para gravar para a TV parte da promoção do seu mais novo produto, um livro – para quem não se lembra, a roqueira se apresentava também como escritora durante a segunda edição da Casa dos Artistas. A obra, intitulada No Cio traz 17 contos, inclusive um “verdadeiro”, Cafofo, que narra o que aconteceu entre ela um dos gêmeos (Gustavo) no programa do SBT. Ela preparou uma versão pocket de seus shows para “acompanhar” o livro.

    A guitarrista – ex-P.U.S. – disse que o livro teve uma gestação muito longa. “Quando entrei na casa, já estava preparando”. Depois que saiu, o turbilhão: shows, entrevistas, sessões de foto. Agora, teve tempo, arrumou uma editora, selecionou os contos – na época do programa, Syang levou dois livros: O Rei de Havana, de Juan Pedro Gutierrez, e Cidades Invisíveis, de Italo Calvino. Syang tem muita coisa escrita. Está “no restaurante, tem uma idéia” de um conto erótico, pega um guardanapo, escreve. Às vezes, abre o guarda-roupa e uma história dessas cai no chão e reaparece.

    Ele acredita que a receita de um bom conto erótico “é aquela que mexe com a sua libido. E tem de ser curto, porque não gosto de nada grande.” Diz a roqueira – que tenta consertar em seguida, depois de perceber que a frase era de duplo sentido. “Para escrever um conto erótico, é preciso se imaginar entre quatro paredes, querer fazer amor com o computador, com a caneta.” Aos fãs mais afoitos Syang avisa que uma parte dos contos já está em sua página na Internet (www.uol.com.br/syang).

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado