Menu
Promoções

Sinal dos tempos

Arquivo Geral

26/12/2005 0h00

Não passa pela cabeça de Silvio Santos abrir mão de nenhum de seus atuais comunicadores. Ele deve continuar com todos no ano que vem, pelo menos até o final dos contratos de cada um, só que agora trabalhando de uma maneira diferente. Estimulado pelos seus conselheiros de plantão, o dono do SBT vai reduzir o espaço dos animadores de auditório. Nenhum deles vai mais ocupar faixas importantes da programação, muito especialmente o chamado horário nobre. Serão todos acomodados aos sábados, como já acontece com Adriane Galisteu e foi anunciado para Hebe Camargo, ou nos períodos da tarde e manhã. A única dúvida ainda existente é se o principal acionista da emissora, que também é apresentador de auditório ou o principal deles, também será atingido por tais medidas. Tudo isso com base em pesquisas realizadas, que recomendam elevar o nível para atingir as consideradas classes A e B, cujo perfil não é o mais indicado para adquirir carnês. Mas tudo bem, que assim seja se for para o bem da emissora. É a torcida de todos. E que isso não acabe numa tragédia, perdendo tudo o que foi conquistado ao longo dos tempos.

    Você também pode gostar

    Sinal dos tempos

    Arquivo Geral

    26/12/2005 0h00

    Não passa pela cabeça de Silvio Santos abrir mão de nenhum de seus atuais comunicadores. Ele deve continuar com todos no ano que vem, pelo menos até o final dos contratos de cada um, só que agora trabalhando de uma maneira diferente. Estimulado pelos seus conselheiros de plantão, o dono do SBT vai reduzir o espaço dos animadores de auditório. Nenhum deles vai mais ocupar faixas importantes da programação, muito especialmente o chamado horário nobre. Serão todos acomodados aos sábados, como já acontece com Adriane Galisteu e foi anunciado para Hebe Camargo, ou nos períodos da tarde e manhã. A única dúvida ainda existente é se o principal acionista da emissora, que também é apresentador de auditório ou o principal deles, também será atingido por tais medidas. Tudo isso com base em pesquisas realizadas, que recomendam elevar o nível para atingir as consideradas classes A e B, cujo perfil não é o mais indicado para adquirir carnês. Mas tudo bem, que assim seja se for para o bem da emissora. É a torcida de todos. E que isso não acabe numa tragédia, perdendo tudo o que foi conquistado ao longo dos tempos.

      Você também pode gostar

      Sinal dos tempos

      Arquivo Geral

      14/08/2004 0h00

      O tempo passou e o mundo mudou. Reparem só: hoje, os sertanejos não têm mais o mesmo espaço que antes nos programas de televisão. Exceção feita a Zezé di Camargo e Luciano, todos os outros já não são lembrados com tanta freqüência. O último Criança Esperança é só um exemplo. E olhem que o programa foi dirigido pelo Aloísio Legey, que é amigo íntimo da grande maioria.

        Você também pode gostar

        Sinal dos tempos

        Arquivo Geral

        14/08/2004 0h00

        O tempo passou e o mundo mudou. Reparem só: hoje, os sertanejos não têm mais o mesmo espaço que antes nos programas de televisão. Exceção feita a Zezé di Camargo e Luciano, todos os outros já não são lembrados com tanta freqüência. O último Criança Esperança é só um exemplo. E olhem que o programa foi dirigido pelo Aloísio Legey, que é amigo íntimo da grande maioria.

          Você também pode gostar

          Sinal dos tempos

          Arquivo Geral

          22/07/2004 0h00

          Já se passaram 40 anos e mais alguma coisa, mas na cabeça de muita gente continuam vivos os acontecimentos políticos e sociais em nosso País, de abril de 1964 em diante. Nem cabe à coluna análise mais profunda a respeito, mas é curioso observar como muita coisa mudou nesse espaço de tempo. Só quem viveu e atravessou aquele período difícil, hoje tem a oportunidade de assistir à TV Globo apresentar uma novela que reproduz, ainda que em dimensões mínimas, a repressão militar de 1968 e o drama de alguns brasileiros. Ou anunciar um Linha Direta, seu programa policial das quintas-feiras, reproduzindo o drama vivido pelo jornalista Wladimir Herzog, em 1975, desaparecido depois de sair do seu trabalho na TV Cultura/ São Paulo e encontrado morto no dia seguinte, enforcado numa cela do Destacamento de Operações e Informações do Segundo Exército. Embora muitos entendam como um “ato de contrição” da direção da emissora, que mudou totalmente sua maneira de pensar daquele tempo aos dias atuais, é importante ressaltar a sua iniciativa em mostrar passagens recentes da nossa história, em particular a ditadura militar e o que se originou dela.

            Você também pode gostar

            Sinal dos tempos

            Arquivo Geral

            22/07/2004 0h00

            Já se passaram 40 anos e mais alguma coisa, mas na cabeça de muita gente continuam vivos os acontecimentos políticos e sociais em nosso País, de abril de 1964 em diante. Nem cabe à coluna análise mais profunda a respeito, mas é curioso observar como muita coisa mudou nesse espaço de tempo. Só quem viveu e atravessou aquele período difícil, hoje tem a oportunidade de assistir à TV Globo apresentar uma novela que reproduz, ainda que em dimensões mínimas, a repressão militar de 1968 e o drama de alguns brasileiros. Ou anunciar um Linha Direta, seu programa policial das quintas-feiras, reproduzindo o drama vivido pelo jornalista Wladimir Herzog, em 1975, desaparecido depois de sair do seu trabalho na TV Cultura/ São Paulo e encontrado morto no dia seguinte, enforcado numa cela do Destacamento de Operações e Informações do Segundo Exército. Embora muitos entendam como um “ato de contrição” da direção da emissora, que mudou totalmente sua maneira de pensar daquele tempo aos dias atuais, é importante ressaltar a sua iniciativa em mostrar passagens recentes da nossa história, em particular a ditadura militar e o que se originou dela.

              Você também pode gostar

              Assine nossa newsletter e
              mantenha-se bem informado