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Sexo faz bem à saúde

Arquivo Geral

01/03/2004 0h00

Amais antiga das atividades físicas do homem é vital para o condicionamento físico e a saúde mental. A prática do sexo (seguro, é claro!) alivia o estresse, combate a depressão, revitaliza o corpo, estimula a mente, além de ser um excelente exercício aeróbico e anaeróbico. Antes uma recomenação dos psicólogos a atividade sexual já faz parte das orientações médicas para casos de depressão, ansiedade e outras derivações do estresse.

De acodo com a psiquiatra e coordenadora do Prosex (Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo), Carmita Abdo, “o sexo é um termômetro da saúde física e emocional do ser humano. Quem tem uma vida saudável tem um desempenho sexual satisfatório. No entanto, as pessoas que praticam relações sexuais com regularidade conseguem equilibrar seus hormônios e estimular suas potencialidades. Elas são mais felizes com elas mesmas”.

Mas a prática não é encarada como remédio ou tratamento, propriamente dito. Porém, segundo Carmita, a prática do sexo “aumentam a auto-estima e o ânimo para trabalhar e para enfrentar os problemas do dia-a-dia”. A grande vantagem, nesse caso, segundo a especialista, é que não há contra-indicações ou efeitos colaterais, nem mesmo é preciso usar com moderação. Assim, como alimentação saudável e exercícios regulares, a atividade sexual é fundamental para se adquirir e manter a qualidade de vida.

O psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa, membro da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, faz um alerta sobre a forma ou momento emocional. Segundo ele, deixar de fazer sexo pode fazer mal à saúde, se não for algo muito bem resolvido: “Quando é uma opção deliberativa, por exemplo, a religião não permite, a pessoa canaliza a energia sexual para outras atividades. Já alguém que tem o desejo, mas reprime, corre o risco de sofrer de doenças psicossomáticas, como úlcera, infarto, asma brônquica e estresse”, avalia o médico. Isso ocorre, diz Costa, porque o inconsciente transfere para o corpo suas repressões e desejos.

Compulsão O psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa revela a apuração de uma outra pesquisa: apenas 5% da humanidade não gosta de sexo. Mas ele alerta para os excessos: “Quando sexo vira compulsão, a ponto de comandar nossos hábitos, tem de ser tratado como doença”, afirma o médico.

A psiquiatra Carmita Abdo diz que o viciado em sexo prejudica sua vida social. “Obsessão por sexo faz com a pessoa viver em função do desejo. Vira escrava, prejudica-se no trabalho e nos ambientes sociais”. Ela lembra, ainda, o perigo de contrair doenças sexualmente transmissíveis, já que aumentam o número de parceiros e a promiscuidade.

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    01/03/2004 0h00

    Amais antiga das atividades físicas do homem é vital para o condicionamento físico e a saúde mental. A prática do sexo (seguro, é claro!) alivia o estresse, combate a depressão, revitaliza o corpo, estimula a mente, além de ser um excelente exercício aeróbico e anaeróbico. Antes uma recomenação dos psicólogos a atividade sexual já faz parte das orientações médicas para casos de depressão, ansiedade e outras derivações do estresse.

    De acodo com a psiquiatra e coordenadora do Prosex (Projeto de Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo), Carmita Abdo, “o sexo é um termômetro da saúde física e emocional do ser humano. Quem tem uma vida saudável tem um desempenho sexual satisfatório. No entanto, as pessoas que praticam relações sexuais com regularidade conseguem equilibrar seus hormônios e estimular suas potencialidades. Elas são mais felizes com elas mesmas”.

    Mas a prática não é encarada como remédio ou tratamento, propriamente dito. Porém, segundo Carmita, a prática do sexo “aumentam a auto-estima e o ânimo para trabalhar e para enfrentar os problemas do dia-a-dia”. A grande vantagem, nesse caso, segundo a especialista, é que não há contra-indicações ou efeitos colaterais, nem mesmo é preciso usar com moderação. Assim, como alimentação saudável e exercícios regulares, a atividade sexual é fundamental para se adquirir e manter a qualidade de vida.

    O psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa, membro da Sociedade Brasileira de Sexualidade Humana, faz um alerta sobre a forma ou momento emocional. Segundo ele, deixar de fazer sexo pode fazer mal à saúde, se não for algo muito bem resolvido: “Quando é uma opção deliberativa, por exemplo, a religião não permite, a pessoa canaliza a energia sexual para outras atividades. Já alguém que tem o desejo, mas reprime, corre o risco de sofrer de doenças psicossomáticas, como úlcera, infarto, asma brônquica e estresse”, avalia o médico. Isso ocorre, diz Costa, porque o inconsciente transfere para o corpo suas repressões e desejos.

    Compulsão O psiquiatra e sexólogo Ronaldo Pamplona da Costa revela a apuração de uma outra pesquisa: apenas 5% da humanidade não gosta de sexo. Mas ele alerta para os excessos: “Quando sexo vira compulsão, a ponto de comandar nossos hábitos, tem de ser tratado como doença”, afirma o médico.

    A psiquiatra Carmita Abdo diz que o viciado em sexo prejudica sua vida social. “Obsessão por sexo faz com a pessoa viver em função do desejo. Vira escrava, prejudica-se no trabalho e nos ambientes sociais”. Ela lembra, ainda, o perigo de contrair doenças sexualmente transmissíveis, já que aumentam o número de parceiros e a promiscuidade.

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