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Sequência de <i>Piratas do Caribe</i> reforçou bilheterias em 2006

Arquivo Geral

03/01/2007 0h00

Hollywood voltou à boa forma no ano passado, quando Piratas do Caribe – O Baú da Morte, campeão de vendas de ingressos do ano, ajudou as bilheterias a se recuperarem da queda vivida em 2005.

No momento em que os números finais eram contabilizados, a bilheteria total dos Estados Unidos no ano passado se aproximava de US$ 9,46 bilhões, quase 5% acima dos US$ 8,99 bilhões contabilizados em 2005.

Com isso, 2006 tornou-se o quarto melhor ano da história em termos das bilheterias de cinema. O recorde é de 2004, com US$ 9,54 bilhões, seguido por 2002, com US$ 9,52 bilhões, e 2003, com US$ 9,49 bilhões.

O número de ingressos vendidos deve totalizar cerca de 1,44 bilhão, quase 3% mais que o 1,4 bilhão de ingressos vendidos em 2005. O recorde dos tempos modernos foi fixado em 2002, quando foram vendidos 1,64 bilhão de ingressos. Os preços dos ingressos eram mais altos nos anos 1940 e 1950, antes da chegada da televisão.

Com US$ 423,3 milhões arrecadados nos EUA, O Baú da Morte superou em popularidade o primeiro filme da trilogia, Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra, de 2003, que vendeu US$ 305,4 milhões em ingressos. A sequência também superou o filme de maior bilheteria de 2005, Star Wars – Episódio 3: A Vingança dos Sith (US$ 380,3 milhões).

Mesmo antes do último Piratas do Caribe ter içado suas velas, no fim de semana de sete de julho, a bilheteria do ano passado já começara a melhorar em relação ao ano anterior, quando alarmistas previam que o público estivesse abandonando os cinemas em massa.

A Buena Vista Pictures, que distribui os filmes da Walt Disney Company, foi responsável pelos dois filmes de maior bilheteria de 2006: Baú da Morte e Carros, da Pixar, o maior sucesso de animação num ano repleto de desenhos animados. Carros arrecadou US$ 244,1 milhões nos EUA.

A Sony Pictures, líder em participação no mercado em 2006, dominou a lista dos Top 25 das bilheterias com sete títulos, liderados pelo thriller teológico O Código Da Vinci (US$ 217,5 milhões).

A 20th Century Fox seguiu com cinco filmes, incluindo X-Men 3 – O Confronto Final, que, com US$ 234,4 milhões, foi a terceira maior bilheteria do ano.

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