A responsabilidade de abrir o segundo dia do Festival ficou com a banda Mákina Du Tempo, do Distrito Federal, no Palco 1. A vocalista da banda Lya Lillith afirmou que estava satisfeita com o show e com a resposta do público. “Essa é a primeira vez que nos apresentamos para tantas pessoas assim”, declarou Lya. Mas foi a banda Etno, também do DF (Palco 2), com seu som pesado, quem levantou os fãs do rock.
A terceira banda a se apresentar no Festival foi Lanlan e os Elaines, do Rio de Janeiro. Apesar do pouco tempo de estrada, os brasilienses cantaram com o grupo. As músicas com refrões facéis animaram a galera. Entre eles, “o telefone é meu e a geladeira é sua, o nosso amor morreu e a vida continua”.
No Palco 1, entre as bandas novas, o destaque pela animação do público e qualidade do som ficou com Lanlan e os Elaines (RJ) e o Zamaster (DF).
O Palco 2 que reuniu as bandas Etno (DF), El Patito Feo (DF), New (GO), Etnia (PE), Phonopop (DF), Primal (PR) e o Khallice (DF) foi um sucesso. A banda Etnia (PE) que trouxe os costumes de Olinda e ritmo do manguebeat, além do som do Ylu e da Alfaia – instrumentos trazidos da herança de estilo do Nação Zumbi –, e a Phonopop (DF), com estilo pop, conquistaram o público. O grupo que lançou CD demo com sete músicas em 2003 estava animado em tocar pela segunda vez no festival. “Fico feliz em saber que o povo está curtindo o nosso som, pois é isso que nos importa”, afirmou o guitarrista da banda.