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Relato realista sobre as drogas

Arquivo Geral

25/06/2003 0h00

Usando uma linguagem clara e direta, os autores do livro Que Droga é Essa? trazem relatos de pessoas que começaram a usar drogas cedo. Elas descrevem passo a passo como trilharam no caminho do vício, muitas vezes sem volta.

O livro, escrito por Aidan Macfarlane, Philip Robson e Magnus Macfarlane, e adaptado por Lidia Chaib, contém ainda testemunhos de não usuários de drogas, familiares, advogados, psicólogos, promotores e delegados, que expressam sem medo seus pontos de vista sobre o tema.

Os depoimentos são intercalados por esclarecimentos sobre cada tipo de droga, como sua composição química, efeitos e, ainda, dados estatísticos sobre o uso e o que diz a legislação brasileira a respeito.

Ao trazerem para o primeiro plano os relatos e experiências, os autores do livro quiseram se distanciar da visão moralista-repressiva normalmente associada à reflexão sobre as drogas. Por outro lado, as estatísticas derrubam determinados mitos como aqueles que dizem que a maconha é necessariamente a porta de entrada para o uso de outras “drogas mais pesadas”.

O livro fala claramente sobre as drogas não só para os adolescentes – faixa etária que concentra o maior número de usuários – como para pais, professores, educadores, enfim, todos aqueles que sentem na pele o que significa viver diariamente exposto às drogas.

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    Arquivo Geral

    25/06/2003 0h00

    Usando uma linguagem clara e direta, os autores do livro Que Droga é Essa? trazem relatos de pessoas que começaram a usar drogas cedo. Elas descrevem passo a passo como trilharam no caminho do vício, muitas vezes sem volta.

    O livro, escrito por Aidan Macfarlane, Philip Robson e Magnus Macfarlane, e adaptado por Lidia Chaib, contém ainda testemunhos de não usuários de drogas, familiares, advogados, psicólogos, promotores e delegados, que expressam sem medo seus pontos de vista sobre o tema.

    Os depoimentos são intercalados por esclarecimentos sobre cada tipo de droga, como sua composição química, efeitos e, ainda, dados estatísticos sobre o uso e o que diz a legislação brasileira a respeito.

    Ao trazerem para o primeiro plano os relatos e experiências, os autores do livro quiseram se distanciar da visão moralista-repressiva normalmente associada à reflexão sobre as drogas. Por outro lado, as estatísticas derrubam determinados mitos como aqueles que dizem que a maconha é necessariamente a porta de entrada para o uso de outras “drogas mais pesadas”.

    O livro fala claramente sobre as drogas não só para os adolescentes – faixa etária que concentra o maior número de usuários – como para pais, professores, educadores, enfim, todos aqueles que sentem na pele o que significa viver diariamente exposto às drogas.

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