O rapper Sean Combs, ex-marido de Jennifer Lopez, negou uma informação publicada por um jornal americano que o implicava no assassinato do músico Tupac Shakur, cometido em 1996.
A edição digital do Los Angeles Times publicou na segunda-feira que amigos do artista, entre eles Notorious B.I.G, foram os responsáveis pelo assassinato de Shakur em um estúdio de gravação de Nova York e que Combs soube de antemão das intenções dessas pessoas.
Em comunicado, o rapper declarou que a história publicada “é mentira”. “É algo ridículo e completamente falso”. Combs negou ter tido conhecimento de “qualquer ataque, antes, durante ou depois que ocorresse”.
“Surpreende-me que Los Angeles Times tenha sido tão irresponsável de publicar uma história completamente falsa e sem fundamento algum”, afirmou.
O assassinato de Shakur originou uma batalha entre os rappers do leste e oeste dos Estados Unidos, a qual culminou com o assassinato de Notorious B.I.G.
A publicação afirma que se baseou em documentação de propriedade do FBI (polícia federal americana) e em informações obtidas por uma pessoa de dentro da organização, mas o nome das fontes não foi publicado.
Segundo a história do Los Angeles Times, o empresário James Rosemond e o produtor James Sabatino, que não quiseram dar entrevista, teriam sido os mandantes da morte de Shakur.
Rosemond assinalou que a história é “uma difamatória peça de lixo”. “Nos últimos 14 anos, não fui questionado pelas forças da ordem sobre o assassinato de Tupac Shakur nem fui condenado por acusação nenhuma”, disse em comunicado. “Peço simplesmente aos fãs de rap e aos de Tupac que analisem esta ficção como tal”, acrescentou.