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Rainha do Rádio faz 80 anos

Arquivo Geral

30/08/2003 0h00

Na festa antecipada de hoje à noite, depois que cortar a primeira fatia do bolo de chocolate — seu preferido — dos 80 anos de vida, que completa amanhã, Emilinha Borba vai pensar com carinho num valioso presente: o descanso.

Com 69 anos de carreira, 117 discos de 78 rotações, 79 LPs, 71 compactos e um CD gravados — fora os incontáveis shows feitos pelo Brasil e pelo mundo — a eterna Rainha do Rádio diz que está cansada e só não parou em respeito ao seu público. “Quero muito ter uma vida mais tranqüila, só que os fãs não deixam”, diz ela.

Atualmente, ela se divide entre os quatro shows mensais que faz pelo país, entrevistas e divulgação do CD independente, Emilinha Pinta e Borba, vendido pela própria cantora nas praças da cidade do Rio de Janeiro, a R$ 12. Desde o lançamento, em maio, 4.200 pessoas compraram. “Faço pelos meus fãs. Sem eles, o artista não vive”.

Ela segue a receita de Agnaldo Timóteo, que descobriu a fórmula da venda em praça pública e já assegurou Disco de Platina por 500 mil exemplares vendidos do CD.

Um jantar hoje, uma missa e uma exposição no MIS encerram a agenda em torno da nova idade de Emilinha. Este, aliás, é um assunto sempre polêmico. Seu primeiro R.G. data de 1923. Mas a cantora faz mistério: “Quantas vezes me perguntarem a idade, em todas eu vou mentir”, brinca a cantora.

Foi graças ao jeitinho brasileiro que tudo começou. Como tinha só 11 anos, Emilinha teve de usar vestido, sapatos e maquilagem de Carmem Miranda — sua madrinha na carreira — para parecer mais velha e poder subir no palco do Cassino da Urca, em 1934.

Mas marcante mesmo foi a rivalidade com a cantora Marlene: “Era uma coisa mais entre os fãs. Sempre nos respeitamos muito e hoje somos muito amigas. Nos falamos toda semana”.

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    Rainha do Rádio faz 80 anos

    Arquivo Geral

    30/08/2003 0h00

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    Com 69 anos de carreira, 117 discos de 78 rotações, 79 LPs, 71 compactos e um CD gravados — fora os incontáveis shows feitos pelo Brasil e pelo mundo — a eterna Rainha do Rádio diz que está cansada e só não parou em respeito ao seu público. “Quero muito ter uma vida mais tranqüila, só que os fãs não deixam”, diz ela.

    Atualmente, ela se divide entre os quatro shows mensais que faz pelo país, entrevistas e divulgação do CD independente, Emilinha Pinta e Borba, vendido pela própria cantora nas praças da cidade do Rio de Janeiro, a R$ 12. Desde o lançamento, em maio, 4.200 pessoas compraram. “Faço pelos meus fãs. Sem eles, o artista não vive”.

    Ela segue a receita de Agnaldo Timóteo, que descobriu a fórmula da venda em praça pública e já assegurou Disco de Platina por 500 mil exemplares vendidos do CD.

    Um jantar hoje, uma missa e uma exposição no MIS encerram a agenda em torno da nova idade de Emilinha. Este, aliás, é um assunto sempre polêmico. Seu primeiro R.G. data de 1923. Mas a cantora faz mistério: “Quantas vezes me perguntarem a idade, em todas eu vou mentir”, brinca a cantora.

    Foi graças ao jeitinho brasileiro que tudo começou. Como tinha só 11 anos, Emilinha teve de usar vestido, sapatos e maquilagem de Carmem Miranda — sua madrinha na carreira — para parecer mais velha e poder subir no palco do Cassino da Urca, em 1934.

    Mas marcante mesmo foi a rivalidade com a cantora Marlene: “Era uma coisa mais entre os fãs. Sempre nos respeitamos muito e hoje somos muito amigas. Nos falamos toda semana”.

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