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Rainha do happy hour

Arquivo Geral

06/08/2003 0h00

Responda rápido: o que combina com o dia e a noite, inverno e verão, jogo de futebol e happy hour, sol e lua, frango a passarinho e batata frita, amizade e azaração, sede e vontade de beber? Simples, caro apreciador do sabor e espuminhas de Skols, Brahmas, Antarcticas, Kaisers, Bohemias, Primus e outras bebidas feitas com malte, lúpulo e cevada: a cerveja.

Bebida universal surgida há cerca de cinco mil anos, a cerveja – que também responde pela alcunha de loira, cerva, gelada, breja, birra – recebeu tratamento mais que carinhoso de um de seus maiores apreciadores, o sóbrio austríaco Conrad Seidl, em O Catecismo da Cerveja – O Papa da Cerveja Responde a Todas as Perguntas sobre a Loura Gelada.

Nesse livro com bem-humoradas ilustrações de Jaguar, Conrad desvenda lendas, curiosidades e mistérios sobre a cerveja em 567 perguntas e respostas. Ele também dá dicas de como apreciar melhor o que chama de néctar, como “a bebida não deve ser servida tão gelada (para que o apreciador sinta melhor o sabor)” ou “as pessoas não devem desprezar as cervejas ruivas, pretas, amargas e com sabores diferentes, como o café”.

O “beberrão” de cerveja austríaco sabe muito do metiê. Fruto de questionamentos em palestras sobre o assunto, as perguntas discorrem até sobre qual tipo de copo é apropriado para tomar tal cerveja, sobre a história e o processo de fabricação da bebida, sobre marcas (principalmente alemãs).

Se o leitor estiver muito interessado em conhecimentos teóricos sobre a loira gelada, tudo bem, O Catecismo da Cerveja é livro mais que apropriado. Se, por outro lado, isso não tiver serventia alguma e ele quiser apenas dicas de qual cerveja tomar em determinada ocasião, a obra não será de grande utilidade. Os, muitas vezes, chatíssimos detalhes técnicos se sobrepõem ao humor germânico de Conrad, o “Papa da Cerveja”.

A cerveja, aliás – em linguagem técnica, que fique claro –, e a quem interessar possa, é bebida de teor levemente alcoólico obtido pela fermentação do amido sacrificado. Entendeu? Não importa. O que o brasileiro amante da cerva quer mesmo é saber se ela está gelada. Beeem gelada! Algo típico de um país que é o quarto do mundo em volume de produção, com oito milhões de litros por ano, só atrás dos Estados Unidos, China e Alemanha.

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    Arquivo Geral

    06/08/2003 0h00

    Responda rápido: o que combina com o dia e a noite, inverno e verão, jogo de futebol e happy hour, sol e lua, frango a passarinho e batata frita, amizade e azaração, sede e vontade de beber? Simples, caro apreciador do sabor e espuminhas de Skols, Brahmas, Antarcticas, Kaisers, Bohemias, Primus e outras bebidas feitas com malte, lúpulo e cevada: a cerveja.

    Bebida universal surgida há cerca de cinco mil anos, a cerveja – que também responde pela alcunha de loira, cerva, gelada, breja, birra – recebeu tratamento mais que carinhoso de um de seus maiores apreciadores, o sóbrio austríaco Conrad Seidl, em O Catecismo da Cerveja – O Papa da Cerveja Responde a Todas as Perguntas sobre a Loura Gelada.

    Nesse livro com bem-humoradas ilustrações de Jaguar, Conrad desvenda lendas, curiosidades e mistérios sobre a cerveja em 567 perguntas e respostas. Ele também dá dicas de como apreciar melhor o que chama de néctar, como “a bebida não deve ser servida tão gelada (para que o apreciador sinta melhor o sabor)” ou “as pessoas não devem desprezar as cervejas ruivas, pretas, amargas e com sabores diferentes, como o café”.

    O “beberrão” de cerveja austríaco sabe muito do metiê. Fruto de questionamentos em palestras sobre o assunto, as perguntas discorrem até sobre qual tipo de copo é apropriado para tomar tal cerveja, sobre a história e o processo de fabricação da bebida, sobre marcas (principalmente alemãs).

    Se o leitor estiver muito interessado em conhecimentos teóricos sobre a loira gelada, tudo bem, O Catecismo da Cerveja é livro mais que apropriado. Se, por outro lado, isso não tiver serventia alguma e ele quiser apenas dicas de qual cerveja tomar em determinada ocasião, a obra não será de grande utilidade. Os, muitas vezes, chatíssimos detalhes técnicos se sobrepõem ao humor germânico de Conrad, o “Papa da Cerveja”.

    A cerveja, aliás – em linguagem técnica, que fique claro –, e a quem interessar possa, é bebida de teor levemente alcoólico obtido pela fermentação do amido sacrificado. Entendeu? Não importa. O que o brasileiro amante da cerva quer mesmo é saber se ela está gelada. Beeem gelada! Algo típico de um país que é o quarto do mundo em volume de produção, com oito milhões de litros por ano, só atrás dos Estados Unidos, China e Alemanha.

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