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"Sinto saudades dos aplausos nos auditórios"

Arquivo Geral

30/08/2003 0h00

Você ouve rádio hoje?

Muito. Gosto muito. Para ouvir os noticiários e saber se estão tocando minhas músicas também. Prefiro o rádio. Na TV tem muito programa ruim.

E quais as cantoras que você gosta de ouvir?

Gosto muito da Marisa Monte. Tem uma voz linda. Gal, Bethânia… da Ivete Sangalo gosto também. Admiro o jeito dela, muito simpático. Sempre que ela se apresenta eu paro para ouvir. Daniela Mercury também.

Por que você não tem espaço nas gravadoras?

É o que me pergunto até hoje. Sei que o povo não me esquece. E tem gente como Silvio Santos, Faustão, que também têm muito carinho por mim. Que a hora que eu quiser tenho as portas abertas. Acho que foi desde que pedi a numeração dos discos que me colocaram na geladeira.

E como seus fãs reagem quando te encontram na rua?

Como grandes amigos.

Dos áureos tempos da Rádio Nacional, o que você sente mais falta?

O auditório me faz muita falta. Aquele calor humano que somente quem cantou na Rádio Nacional por muitos anos é que sabe a emoção que é. Sinto saudades daqueles aplausos. É uma alegria que não dá para definir.

E dos seus amores?

Tive um grande amor: o economista e piloto de corrida Arthur Souza Costa, com quem vivi quase 30 anos, 18 deles casada mesmo. Fiquei viúva e consegui compreender que igual a ele não encontraria ninguém. Claro que dei minha namoradinhas. Afinal de contas, não estou morta!

Você e o Arthur namoraram 12 anos antes de casar?

Na verdade, já vivíamos juntos antes de legalizar a situação. Primeiro experimentei e depois casei, né?

Mas deixou muito coração partido por aí também…

Foi sim. Na época em que o Orson Welles (cineasta americano) estava fazendo muito sucesso com o filme Cidadão Kane, em 1946, ele veio ao Brasil e ficou apaixonadérrimo por mim! Me chamava de Émile. Saíamos para jantar, passeávamos… foi muito bom. Pena que ficou só naquilo. Já estava namorando o Arthur e, por isso, não deu certo.

Namorou os dois ao mesmo tempo?

Era um namorico só. Mas foi muito bom.

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    Arquivo Geral

    30/08/2003 0h00

    Você ouve rádio hoje?

    Muito. Gosto muito. Para ouvir os noticiários e saber se estão tocando minhas músicas também. Prefiro o rádio. Na TV tem muito programa ruim.

    E quais as cantoras que você gosta de ouvir?

    Gosto muito da Marisa Monte. Tem uma voz linda. Gal, Bethânia… da Ivete Sangalo gosto também. Admiro o jeito dela, muito simpático. Sempre que ela se apresenta eu paro para ouvir. Daniela Mercury também.

    Por que você não tem espaço nas gravadoras?

    É o que me pergunto até hoje. Sei que o povo não me esquece. E tem gente como Silvio Santos, Faustão, que também têm muito carinho por mim. Que a hora que eu quiser tenho as portas abertas. Acho que foi desde que pedi a numeração dos discos que me colocaram na geladeira.

    E como seus fãs reagem quando te encontram na rua?

    Como grandes amigos.

    Dos áureos tempos da Rádio Nacional, o que você sente mais falta?

    O auditório me faz muita falta. Aquele calor humano que somente quem cantou na Rádio Nacional por muitos anos é que sabe a emoção que é. Sinto saudades daqueles aplausos. É uma alegria que não dá para definir.

    E dos seus amores?

    Tive um grande amor: o economista e piloto de corrida Arthur Souza Costa, com quem vivi quase 30 anos, 18 deles casada mesmo. Fiquei viúva e consegui compreender que igual a ele não encontraria ninguém. Claro que dei minha namoradinhas. Afinal de contas, não estou morta!

    Você e o Arthur namoraram 12 anos antes de casar?

    Na verdade, já vivíamos juntos antes de legalizar a situação. Primeiro experimentei e depois casei, né?

    Mas deixou muito coração partido por aí também…

    Foi sim. Na época em que o Orson Welles (cineasta americano) estava fazendo muito sucesso com o filme Cidadão Kane, em 1946, ele veio ao Brasil e ficou apaixonadérrimo por mim! Me chamava de Émile. Saíamos para jantar, passeávamos… foi muito bom. Pena que ficou só naquilo. Já estava namorando o Arthur e, por isso, não deu certo.

    Namorou os dois ao mesmo tempo?

    Era um namorico só. Mas foi muito bom.

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