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"Achei que ia ser interiorizado"

Arquivo Geral

21/09/2003 0h00

APROVAÇÃO – “Heloísa é uma anti-heroína e acabou tendo muita empatia. Fiquei com medo de ela ser tão terrível que causasse uma rejeição muito brutal. Tinha essa coisa dúbia, as pessoas não sabiam se ela era boa ou má. O público não sabia se torcia ou não.”

TEORIA – Com a nova onda de loucuras do personagem, semana passada, Giulia vê Heloísa de outra forma. “Mais do que a baixa auto-estima, ela tem obsessão, compulsão. Em vez de fugir no álcool, nas drogas, ela deposita tudo no Sérgio”, explica ela, que leu o livro Mulheres que Amam Demais. “Ela parece mimada, quase desalmada, mas na cabeça dela o amor é o mais importante. Para ela, a dor subjetiva é pior do que a dor física, por que quem vê de fora acha que é frescura.”

SURPRESA – Apesar de entender a ciumenta da novela, nem sempre a relação de Giulia e Heloísa foi assim. “Não tinha a menor idéia do caminho que o ciúme ia tomar. Achava que ia ser mais interiorizado, que ela sofresse sem mostrar tanto. Não imaginava que ela seria tão destemperada.” Agora que já sabe, Heloísa é capaz de tudo? “Manoel Carlos é capaz de tudo”, passa a bola para o autor.

PÚBLICO – Na rua, Giulia ouve de tudo sobre Heloísa. “No começo as pessoas a achavam chata e me perguntavam por que eu estava fazendo aquilo. Me davam conselhos, diziam que eu ia perder o Sérgio. E eu não tinha o que responder, também estava me assustando. Aí ela foi para o MADA e a coisa começou a ser vista como doença, as pessoas passaram a se identificar e vinham me agradecer.”

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    21/09/2003 0h00

    APROVAÇÃO – “Heloísa é uma anti-heroína e acabou tendo muita empatia. Fiquei com medo de ela ser tão terrível que causasse uma rejeição muito brutal. Tinha essa coisa dúbia, as pessoas não sabiam se ela era boa ou má. O público não sabia se torcia ou não.”

    TEORIA – Com a nova onda de loucuras do personagem, semana passada, Giulia vê Heloísa de outra forma. “Mais do que a baixa auto-estima, ela tem obsessão, compulsão. Em vez de fugir no álcool, nas drogas, ela deposita tudo no Sérgio”, explica ela, que leu o livro Mulheres que Amam Demais. “Ela parece mimada, quase desalmada, mas na cabeça dela o amor é o mais importante. Para ela, a dor subjetiva é pior do que a dor física, por que quem vê de fora acha que é frescura.”

    SURPRESA – Apesar de entender a ciumenta da novela, nem sempre a relação de Giulia e Heloísa foi assim. “Não tinha a menor idéia do caminho que o ciúme ia tomar. Achava que ia ser mais interiorizado, que ela sofresse sem mostrar tanto. Não imaginava que ela seria tão destemperada.” Agora que já sabe, Heloísa é capaz de tudo? “Manoel Carlos é capaz de tudo”, passa a bola para o autor.

    PÚBLICO – Na rua, Giulia ouve de tudo sobre Heloísa. “No começo as pessoas a achavam chata e me perguntavam por que eu estava fazendo aquilo. Me davam conselhos, diziam que eu ia perder o Sérgio. E eu não tinha o que responder, também estava me assustando. Aí ela foi para o MADA e a coisa começou a ser vista como doença, as pessoas passaram a se identificar e vinham me agradecer.”

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