Menu
Promoções

Quimioterapia mais eficaz

Arquivo Geral

08/03/2004 0h00

Pesquisadores franceses desenvolveram um método que deve tornar mais eficaz a quimioterapia em pacientes com câncer de cólon – uma porção do intestino grosso. O estudo elaborado por cientistas do Instituto Curie, em Paris, foi publicado pela revista Oncogene. Em experiência com ratos, os pesquisadores constataram que um dos medicamentos usados na quimioterapia, o irinotecan, é menos eficaz quando as células cancerosas apresentam uma mutação do gene P53. Este gene garante a replicação perfeita do DNA das células. Quando o DNA sofre uma lesão muito grave, ele desencadeia a produção de uma proteína que causa o “suicídio” da célula. Em células cancerosas de ratos cujos genes P53 apresentavam mutação, os pesquisadores observaram o acúmulo anormal de uma proteína chamada Cdk1. Acredita-se que esta proteína seja determinante na resistência à quimioterapia. A equipe então testou uma substância inibidora para a proteína Cdk1 que, associada ao irinotecan, aumentou a eficácia do tratamento. Segundo os especialistas, cerca de 70% dos pacientes com câncer de cólon apresentam mutação no gene P53. A equipe agora espera testar o procedimento em seres humanos.

    Você também pode gostar

    Quimioterapia mais eficaz

    Arquivo Geral

    08/03/2004 0h00

    Pesquisadores franceses desenvolveram um método que deve tornar mais eficaz a quimioterapia em pacientes com câncer de cólon – uma porção do intestino grosso. O estudo elaborado por cientistas do Instituto Curie, em Paris, foi publicado pela revista Oncogene. Em experiência com ratos, os pesquisadores constataram que um dos medicamentos usados na quimioterapia, o irinotecan, é menos eficaz quando as células cancerosas apresentam uma mutação do gene P53. Este gene garante a replicação perfeita do DNA das células. Quando o DNA sofre uma lesão muito grave, ele desencadeia a produção de uma proteína que causa o “suicídio” da célula. Em células cancerosas de ratos cujos genes P53 apresentavam mutação, os pesquisadores observaram o acúmulo anormal de uma proteína chamada Cdk1. Acredita-se que esta proteína seja determinante na resistência à quimioterapia. A equipe então testou uma substância inibidora para a proteína Cdk1 que, associada ao irinotecan, aumentou a eficácia do tratamento. Segundo os especialistas, cerca de 70% dos pacientes com câncer de cólon apresentam mutação no gene P53. A equipe agora espera testar o procedimento em seres humanos.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado