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Quem sofre com a guerra

Arquivo Geral

16/09/2003 0h00

Qualquer que seja a guerra, a primeira vítima é sempre a população civil. Quem o afirma, com toda a propriedade, é o jornalista Sérgio Dávila, que lança hoje na cidade, junto com o fotógrafo Juca Varella, o livro Diário de Bagdá – A Guerra Segundo os Bombardeados.

Únicos representantes da mídia impressa brasileira desde o começo da guerra até a queda do regime de Saddam Hussein, Sérgio e Juca elaboraram o livro em forma de diário, com 30 dias, sendo a história contada a partir do ponto zero em que os dois profissionais chegaram ao conturbado Iraque.

Trocando em miúdos, o que está em Diário de Bagdá, tanto de material escrito quanto de imagens, não foi publicado em lugar nenhum. Os dois receberam diferentes propostas para editar esse material, mas somente uma editora fechou com a concepção idealizada por eles: o formato meio-a-meio, com texto e foto distribuídos por igual.

A vivência dos dois profissionais falou mais alto e produziu, assim, a mais completa forma de se ter uma idéia da complexidade do problema que é uma guerra. “É uma experiência muito desgastante e que nos modifica profissional e pessoalmente”, assegura o jornalista. “Você volta de uma missão dessas achando sua profissão mais relevante do que nunca.”

Que ninguém se prepare para uma leitura de enlevo. Aqui, imagem e palavra costuram o relato de algo que, mesmo tendo ocorrido tão longe, dói perto do coração. “A desgraça acaba sendo sempre a mesma”, resume Dávila. Assim como Juca, ele voltaria a fazer uma cobertura desse tipo principalmente pela possibilidade de denunciar o que é sempre pior do que parece.

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    16/09/2003 0h00

    Qualquer que seja a guerra, a primeira vítima é sempre a população civil. Quem o afirma, com toda a propriedade, é o jornalista Sérgio Dávila, que lança hoje na cidade, junto com o fotógrafo Juca Varella, o livro Diário de Bagdá – A Guerra Segundo os Bombardeados.

    Únicos representantes da mídia impressa brasileira desde o começo da guerra até a queda do regime de Saddam Hussein, Sérgio e Juca elaboraram o livro em forma de diário, com 30 dias, sendo a história contada a partir do ponto zero em que os dois profissionais chegaram ao conturbado Iraque.

    Trocando em miúdos, o que está em Diário de Bagdá, tanto de material escrito quanto de imagens, não foi publicado em lugar nenhum. Os dois receberam diferentes propostas para editar esse material, mas somente uma editora fechou com a concepção idealizada por eles: o formato meio-a-meio, com texto e foto distribuídos por igual.

    A vivência dos dois profissionais falou mais alto e produziu, assim, a mais completa forma de se ter uma idéia da complexidade do problema que é uma guerra. “É uma experiência muito desgastante e que nos modifica profissional e pessoalmente”, assegura o jornalista. “Você volta de uma missão dessas achando sua profissão mais relevante do que nunca.”

    Que ninguém se prepare para uma leitura de enlevo. Aqui, imagem e palavra costuram o relato de algo que, mesmo tendo ocorrido tão longe, dói perto do coração. “A desgraça acaba sendo sempre a mesma”, resume Dávila. Assim como Juca, ele voltaria a fazer uma cobertura desse tipo principalmente pela possibilidade de denunciar o que é sempre pior do que parece.

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