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Proposta global quer garantir água saudável

Arquivo Geral

24/08/2004 0h00

Água e saúde é um binômio que muita gente não dá o devido valor. A maioria relaciona o líquido à higiene, quando ele também está ligado a problemas de saúde quando não bem tratado e vigiado. Só para se ter uma idéia, cerca de dois milhões de pessoas, no mundo, morrem devido à água sem qualidade e cheia de bactérias que tomam. Pois o Brasil, visto como referência para muitos países, foi convidado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) para coordenar a proposta de Harmonização dos Programas de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Região das Américas.

Este programa visa exatamente a oferta de uma água mais saudável para o continente americano, evitando com isso que ela não seja causa de doenças e mortes. Essa é uma das metas do milênio, com as quais o Brasil está comprometido. É a primeira vez que se trabalha a questão de uma forma conjunta e globalizada.

Colaboradores Para apoiar o desenvolvimento de ações na área de saúde e ambiente, a Opas criou centros colaboradores em diferentes países. Esses centros vão lidar com questões ligadas à poluição e à conservação do ar, do solo e da água, entre outras. Cada um vai atuar em uma área, dependendo da afinidade com o tema. No caso do Brasil, a Opas solicitou a coordenação dos centros colaboradores voltados para a qualidade da água, que têm representação também em Cuba e nos Estados Unidos. À frente desse trabalho, está a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. “Esse conjunto de instituições está sob a nossa coordenação, ou seja, quem aponta as diretrizes do trabalho somos nós”, explica o coordenador-geral de Vigilância Ambiental em Saúde, Guilherme Franco Netto.

A meta inicial da SVS na coordenação desses centros é concluir, até o próximo ano, um levantamento detalhado da situação dos programas de vigilância da qualidade da água em todos os países das Américas. “A idéia é verificar quais são os pontos estratégicos fundamentais que deverão ser reunidos para avançar na busca de uma água de melhor qualidade”, ressalta Guilherme Netto. Após o levantamento, a SVS pretende lançar um plano de ação, para dez anos, no qual serão criados padrões, normas e orientações.

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    Arquivo Geral

    24/08/2004 0h00

    Água e saúde é um binômio que muita gente não dá o devido valor. A maioria relaciona o líquido à higiene, quando ele também está ligado a problemas de saúde quando não bem tratado e vigiado. Só para se ter uma idéia, cerca de dois milhões de pessoas, no mundo, morrem devido à água sem qualidade e cheia de bactérias que tomam. Pois o Brasil, visto como referência para muitos países, foi convidado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) para coordenar a proposta de Harmonização dos Programas de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano na Região das Américas.

    Este programa visa exatamente a oferta de uma água mais saudável para o continente americano, evitando com isso que ela não seja causa de doenças e mortes. Essa é uma das metas do milênio, com as quais o Brasil está comprometido. É a primeira vez que se trabalha a questão de uma forma conjunta e globalizada.

    Colaboradores Para apoiar o desenvolvimento de ações na área de saúde e ambiente, a Opas criou centros colaboradores em diferentes países. Esses centros vão lidar com questões ligadas à poluição e à conservação do ar, do solo e da água, entre outras. Cada um vai atuar em uma área, dependendo da afinidade com o tema. No caso do Brasil, a Opas solicitou a coordenação dos centros colaboradores voltados para a qualidade da água, que têm representação também em Cuba e nos Estados Unidos. À frente desse trabalho, está a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. “Esse conjunto de instituições está sob a nossa coordenação, ou seja, quem aponta as diretrizes do trabalho somos nós”, explica o coordenador-geral de Vigilância Ambiental em Saúde, Guilherme Franco Netto.

    A meta inicial da SVS na coordenação desses centros é concluir, até o próximo ano, um levantamento detalhado da situação dos programas de vigilância da qualidade da água em todos os países das Américas. “A idéia é verificar quais são os pontos estratégicos fundamentais que deverão ser reunidos para avançar na busca de uma água de melhor qualidade”, ressalta Guilherme Netto. Após o levantamento, a SVS pretende lançar um plano de ação, para dez anos, no qual serão criados padrões, normas e orientações.

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