No Brasil, problemas na região lombar do corpo se tornaram a primeira causa de pagamento de auxílio-doença e a terceira de aposentadoria por invalidez, de acordo com dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). Embora a estatística atinja praticamente todas as camadas sociais, poucos têm acesso aos tratamentos cirúrgicos ou evasivos. De acordo com a professora Elaine Wetler, os exercícios de alongamento, além do baixo custo, têm dado ótimos resultados. Ela diz que, quando um indivíduo com hérnia de disco lombar minimiza seu quadro clínico de dor, por meio da atividade física, está sendo beneficiado, pois não corre riscos de se submeter a uma cirurgia na coluna. Além disso, explica Elaine, ele aprimora a flexibilidade e melhora a condição cardiorrespiratória. Quando a dor não apresenta retrocesso após quatro a seis semanas, recomenda-se intervenção cirúrgica, o que corresponde a menos de 10% dos casos.