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Polêmica feita para evangelizar

Arquivo Geral

19/03/2004 0h00

Pela terceira vez o ator nova-iorquino Mel Gibson se aventura atrás das câmeras. Depois de O Homem Sem Face (1993) e Coração Valente (1995), chega às telas brasileiras, hoje, o tão aguardado e polêmico A Paixão de Cristo. Todo falado em aramaico (língua morta original da época) e latim (o idioma dos romanos), o filme tem causado questionamentos e críticas ferrenhas de grupos religiosos católicos e judeus desde o início de sua divulgação, em abril do ano passado.

Mel Gibson conseguiu, porém, passar por cima da desaprovação de uma minoria de bispos ortodoxos e da acusação de anti-semitismo por parte de rabinos. A discussão despertou a curiosidade do público e fez com que a produção de US$ 30 milhões dos estúdios Newmarket Films alcançasse a surpreendente marca de US$ 300 milhões de bilheteria em três semanas de exibição nos EUA e na Itália – US$ 100 milhões a menos que o lucro total de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, do diretor Peter Jackson.

Em Brasília, a obra escrita e dirigida por Gibson estréia em 22 salas de projeção. A fita apresenta um relato sobre as últimas 12 horas da vida de Jesus. Para o papel de Cristo, Mel Gibson escalou James Caviezel (de O Conde de Monte Cristo), o único ator norte-americano no filme. Caviezel filmou a trajetória do messias no ano passado, aos 33 anos, coincidentemente a mesma idade em que Jesus foi crucificado. O ator também sofreu, literalmente, nessa empreitada: deslocou o ombro ao carregar a cruz e ainda foi atingido por um raio enquanto estava crucificado.

Em coletiva de imprensa em Nova York, uma semana após sua estréia nos EUA, Mel Gibson disse ter priorizado o visual das cenas, apesar de ter a clara intenção de pregar o evangelho cristão por meio do cinema. “O público terá de se concentrar nas imagens. Mas espero que Paixão tenha o poder de evangelizar”, disse o diretor.

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    19/03/2004 0h00

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    Mel Gibson conseguiu, porém, passar por cima da desaprovação de uma minoria de bispos ortodoxos e da acusação de anti-semitismo por parte de rabinos. A discussão despertou a curiosidade do público e fez com que a produção de US$ 30 milhões dos estúdios Newmarket Films alcançasse a surpreendente marca de US$ 300 milhões de bilheteria em três semanas de exibição nos EUA e na Itália – US$ 100 milhões a menos que o lucro total de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei, do diretor Peter Jackson.

    Em Brasília, a obra escrita e dirigida por Gibson estréia em 22 salas de projeção. A fita apresenta um relato sobre as últimas 12 horas da vida de Jesus. Para o papel de Cristo, Mel Gibson escalou James Caviezel (de O Conde de Monte Cristo), o único ator norte-americano no filme. Caviezel filmou a trajetória do messias no ano passado, aos 33 anos, coincidentemente a mesma idade em que Jesus foi crucificado. O ator também sofreu, literalmente, nessa empreitada: deslocou o ombro ao carregar a cruz e ainda foi atingido por um raio enquanto estava crucificado.

    Em coletiva de imprensa em Nova York, uma semana após sua estréia nos EUA, Mel Gibson disse ter priorizado o visual das cenas, apesar de ter a clara intenção de pregar o evangelho cristão por meio do cinema. “O público terá de se concentrar nas imagens. Mas espero que Paixão tenha o poder de evangelizar”, disse o diretor.

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