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Pneumonia mata Charles Bronson aos 81 anos

Arquivo Geral

02/09/2003 0h00

O astro de uma longa lista de faroestes e da série Desejo de Matar, que há anos sofria do Mal de Alzheimer, morreu de pneumonia, sábado, na companhia da mulher, no hospital Cedars-Sinai Medical. O anúncio foi feito no domingo à noite (nadrugada de ontem no Brasil) pelo agente do ator, Lori Jonas.

Antes de se converter no dos maiores astros do cinema de ação, nos anos 60 e 70, Charles Bronson era minerador na Pennsylvania.

Nascido em 3 de novembro de 1921, na localidade de Ehrenfield (Pensilvânia), com o nome de Charles Buchinsky, Bronson era originário de uma família grande – ele tinha 15 irmãos – e de origem lituana.

Sua carreira foi feita em cima de tipos durões. Basta lembrar alguns de seus apostos: le sacre monstre (o sagrado monstro), na França, e il bruto (o bruto), para os italianos. Contribuíram para tanto faroestes como Sete Homens e um Destino (1960), de John Sturges, Os Quatro Heróis do Texas (63), de Robert Aldrich, e Era Uma Vez no Oeste (69), de Sergio Leone, ainda sem o indefectível bigode. Além de Conquistador do Mundo (1961), de William Witney.

Assim como outro durão do cinema, Clint Eastwood, Bronson deslanchou na Europa. Em 1971, na cerimônia do Globo de Ouro, foi apresentado como o ator mais popular do mundo. Por essa época, voltava à Hollywood cinqüentão e com status de astro do primeiro time do cinema mundial.

Numa entrevista de 1971, Bronson teorizava sobre seu sucesso em cima de tipos valentões: “Talvez eu seja muito masculino”. O certo é que, com o passar dos anos, passou a fazer repetidamente o papel discutível de vingador implacável. E foi como astro da série Desejo de Matar que as gerações mais novas o conheceram. Bronson encarnou Paul Kersey, um engenheiro que vai à ruas se vingar dos assassinos da mulher e da filha e se torna um justiceiro.

O quinto título da série é, a propósito, o último filme que protagonizou, em 1994. Há anos, ele sofria do mal de Alzheimer. Há duas semanas, os médicos avisavam que o ex-minerador que descobriu o cinema tinha poucos dias de vida. E não se lembrava mais do astro que foi.

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    02/09/2003 0h00

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    Antes de se converter no dos maiores astros do cinema de ação, nos anos 60 e 70, Charles Bronson era minerador na Pennsylvania.

    Nascido em 3 de novembro de 1921, na localidade de Ehrenfield (Pensilvânia), com o nome de Charles Buchinsky, Bronson era originário de uma família grande – ele tinha 15 irmãos – e de origem lituana.

    Sua carreira foi feita em cima de tipos durões. Basta lembrar alguns de seus apostos: le sacre monstre (o sagrado monstro), na França, e il bruto (o bruto), para os italianos. Contribuíram para tanto faroestes como Sete Homens e um Destino (1960), de John Sturges, Os Quatro Heróis do Texas (63), de Robert Aldrich, e Era Uma Vez no Oeste (69), de Sergio Leone, ainda sem o indefectível bigode. Além de Conquistador do Mundo (1961), de William Witney.

    Assim como outro durão do cinema, Clint Eastwood, Bronson deslanchou na Europa. Em 1971, na cerimônia do Globo de Ouro, foi apresentado como o ator mais popular do mundo. Por essa época, voltava à Hollywood cinqüentão e com status de astro do primeiro time do cinema mundial.

    Numa entrevista de 1971, Bronson teorizava sobre seu sucesso em cima de tipos valentões: “Talvez eu seja muito masculino”. O certo é que, com o passar dos anos, passou a fazer repetidamente o papel discutível de vingador implacável. E foi como astro da série Desejo de Matar que as gerações mais novas o conheceram. Bronson encarnou Paul Kersey, um engenheiro que vai à ruas se vingar dos assassinos da mulher e da filha e se torna um justiceiro.

    O quinto título da série é, a propósito, o último filme que protagonizou, em 1994. Há anos, ele sofria do mal de Alzheimer. Há duas semanas, os médicos avisavam que o ex-minerador que descobriu o cinema tinha poucos dias de vida. E não se lembrava mais do astro que foi.

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