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Piratas do Caribe invadem telas de Brasília

Arquivo Geral

25/05/2007 0h00

É o fim da ansiedade para quem estava com saudades do Capitão Jack Sparrow e terminou as quase três horas do segundo filme da série Piratas do Caribe sem saber, ao certo, o paradeiro do excêntrico pirata interpretado pelo sempre brilhante Johnny Depp. O episódio final da trilogia dirigida por Gore Verbinski, inspirada num brinquedo dos parques da Disney, chega com a previsão de encerrar uma das franquias de maior sucesso no mundo. Aliás, este é o ano de fazê-lo – pegando carona com Homem-Aranha 3 (em cartaz) e Shrek Terceiro, previsto para o próximo mês.

Mas hoje é a vez de falar em Piratas do Caribe: no Fim do Mundo, que estréia maciçamente por todo o planeta. Chega ao Brasil  em 769 salas (maior abertura da Disney no País), com 679 cópias, 314 dubladas e 365 legendadas. Só no Distrito Federal, o filme ocupa 28 salas de projeção, em quase todos os complexos multiplex da cidade – apenas o Cine Academia de Tênis não abriu para o blockbuster, respeitando o perfil alternativo da casa.

No Fim do Mundo carrega a responsabilidade de não decepcionar o desempenho de seus antecessores, A Maldição do Pérola Negra e O Baú da Morte, que, juntos, arrecadaram mais de US$ 1,6 bilhão em bilheteria. Mas seu sucesso está praticamente garantido. O segundo capítulo das aventuras do Capitão Sparrow terminou em suspense. Para muitos espectadores, não terminou. E a Disney não nega a intenção. Os dois longas que sucedem o bem-equilibrado filme de estréia foram rodados de uma só vez, editados, separados e, então, lançados.

Por isso, No Fim do Mundo passa a ser uma sessão quase obrigatória para quem acompanha a franquia. Quando chegou aos cinemas em 2003, Piratas do Caribe cativou um público ávido pelas mirabolantes aventuras de Jack Sparrow, que roubou para si o bom-mocismo da série do  casal central formado por Will Turner (Orlando Bloom) e Elizabeth Swann (Keira Knightley).

A origem do projeto era uma atração dos parques da Disney, e sua versão para o cinema parecia recuperar o prazer do puro entretenimento de um gênero popular na Hollywood clássica. Para explorar melhor as possibilidades da franquia, no ano passado a Disney lançou uma continuação. Agora, ela assume o risco de resolver os problemas da segunda parte, que abandona a extravagância de Sparrow e passa para os efeitos visuais o papel de manter a alta octanagem do show – quase pirotécnico, diga-se de passagem.

Neste terceiro capítulo, com 168 minutos de duração, Verbinski promete um encerramento com uma batalha épica em alto-mar e ainda precisará dar conta dos desdobramentos do romance entre Elizabeth e Will, às nuances da aliança de Sparrow com o vilão do primeiro filme, Capitão Barbossa (Geoffrey Rush); e, ainda a novos vilões, além do pirata-molusco Davy Jones (Bill Nighy) e seu navio-fantasma Holandês Voador.

Assim, o novo Piratas do Caribe viaja aos confins do mundo, seguindo a orientação da vidente Tia Dalma (Naomie Harris): “Se vocês estão dispostos a enfrentar as criaturas bizarras no fim do mundo.”

Os piratas desbravam os mares e estão diante da poderosa Companhia das Índias Orientais. Para evitar a aniquilação em guerra, eles terão de reunir aliados para lutar contra o inimigo em comum: Davy Jones. Para conseguir a vitória, Barbossa, Will Turner e Elizabeth Swann se unem aos Nove Lordes da Corte da Confraria, uma espécie de ONU dos piratas, para libertar Calypso, a deusa dos mares.

Só que um dos nove lordes – ele mesmo, Jack Sparrow – está em outro mundo. Entre as atrações do terceiro Piratas do Caribe destacam-se o guitarrista Keith Richards (Rolling Stones), como um pirata com trejeitos do próprio roqueiro; e o ator chinês Chow Yun-Fat, conhecido pelas atuações em filmes como Anna e o Rei, o clássico mandarim O Tigre e o Dragão e, mais recentemente, o decepcionante O Monge à Prova de Balas.

Yun-Fat interpreta o misterioso Capitão Sao Feng, um dos personagens-chave da trama, já que a jornada em busca de Jack Sparrow começa quando Barbossa e Elizabeth vão até Cingapura, seu domínio, atrás do mapa do fim do mundo e de navios para chegar até lá. Já com Sparrow a bordo, os piratas são traídos pelo ex-aliado. Sao Feng também é um dos responsáveis pelo confronto final do filme, já que dá plenos poderes a Elizabeth.

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