“Não ligo para críticas negativas. Estou na chuva e quem está aí tem que se molhar”. A afirmação é do ator Paulo Vilhena, que está na cidade para defender o emocionante longa Chega de Saudade, de Laís Bodansky, no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
O ator, que interpreta o DJ de um baile para a terceira idade, era só sorrisos antes e depois da exibição do longa. “É emocionante estar aqui. É o primeiro festival da minha vida e estou ansioso para saber como a platéia de um evento como esse se comporta”, afirmou Paulo antes de assistir ao filme. Depois da consagração de Chega de Saudade, o bonitão estava emocionado e muito feliz.
Em Chega de Saudade, Paulo Vilhena tem a oportunidade de voltar a ser dirigido por Laís, com quem trabalhou no teatro em Essa Nossa Juventude. “Ele é um ator maravilhoso que surpreende muita gente”, elogia a diretora, que completa: “Quando escolho um ator para um papel não me preocupo com rótulos que ele tenha, mas com talento. E isso Paulo tem”.
No filme de Laís, Paulo contracena com atores de diferentes gerações e pôde trocar experiências com Betty Faria, Tônia Carreiro e Leonardo Villar, entre outros. “Foi muito bacana ter essa gente ao meu lado. A gente quase não contracena no filme, mas eu ficava olhando eles trabalharem e só de fazer isso eu já aprendia muita coisa”, afirma o rapaz, que também está em O Magnata.
De outra geração, Betty Faria também acha a troca de experiência com colegas de diferentes idades interessante. “É muito produtivo. O elenco deste filme trabalhou em perfeita comunhão, o que pode ser conferido na telona. Era uma ação entre amigos”, afirmou a atriz, que já foi premiada com o Candango por Alma Corsária, de Carlos Reichenbach há 14 anos.