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Paulo Moura lança CD

Arquivo Geral

16/07/2003 0h00

Choro e Samba. É o que promete o maestro, clarinetista e saxofonista Paulo Moura em suas apresentações em Brasília, de hoje a sexta, no Clube do Choro, pelo projeto Tributo a Garoto.

No repertório, sucessos de discos anteriores, com destaque para o mais recente CD Estação Leopoldina, lançado no mês passado. Além , é claro, dos clássicos de Garoto. “Vou tocar músicas que ainda não toquei em Brasília. Mas alguns antigos clássicos não podem faltar”, diz Paulo Moura.

De Garoto, sucessos como Gente Humilde, Tristeza de um Violão e Lamentos do Morro são para o músico umas das mais bonitas e vão fazer parte da apresentação. “Estou muito feliz em tocar essas músicas, e quem sabe até gravo no próximo disco”, anima-se.

Com mais de 15 álbuns gravados e uma carreira consolidada no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, Moura vem atuando em diversas formações orquestrais e nos mais variados estilos. Na Música Popular Brasileira realizou arranjos para Milton Nascimento, Elis Regina, Nara Leão, Ney Matogrosso, Marisa Monte e muitos outros. Os discos Confusão Urbana, Suburbana e Rural e o Mistura e Manda, são os mais importantes da carreira do clarinetista e considerados referência do choro moderno.

O reconhecimento do trabalho ocorre no Brasil e também no exterior. No ano passado, ele recebeu uma homenagem na Holanda, em um evento batizado De Pixinguinha a Paulo Moura. As apresentações não param, em agosto estará em Nova York para tocar a música brasileira.

Paulo Moura está muito associado a Pixinguinha, pois com o último disco que gravou, com músicas dele, ganhou prêmios no Brasil e, nos Estados Unidos, conquistou a principal premiação da indústria fonográfica mundial, o Grammy, em 2001. “Gosto muito de tocar músicas dele. Por causa do sucesso do disco ficou bastante marcado, mas gosto de outros também. Tive oportunidade de tocar com ele duas vezes, no início da minha carreira e foi maravilhoso”, lembra-se.

Para as apresentações em Brasília, ele diz que quer agradar o público. “E também encontrar os amigos e as pessoas que estão sempre nos meus shows na capital. São músicas diferentes de uma canção popular. A comunicação é através do som”, diz.

Em relação aos jovens talentos do choro, Moura acredita que são bons músicos, que têm grandes chances de sucesso lá fora, inclusive os brasilienses. “Quem quer público tem que tocar as nossas músicas. Nós, brasileiros, estamos no caminho da valorização do que é realmente bom em termos de música. Os americanos nunca vão tocar choro e samba como nós”.

De certa maneira, Moura é uma referência máxima na MPB, seja como instrumentista, compositor, maestro ou arranjador. Ele faz parte de uma geração de músicos que adotou a riqueza rítmica da cultura brasileira, compondo um novo caminho de expressão musical: a Música Instrumental Brasileira.

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    Paulo Moura lança CD

    Arquivo Geral

    16/07/2003 0h00

    Choro e Samba. É o que promete o maestro, clarinetista e saxofonista Paulo Moura em suas apresentações em Brasília, de hoje a sexta, no Clube do Choro, pelo projeto Tributo a Garoto.

    No repertório, sucessos de discos anteriores, com destaque para o mais recente CD Estação Leopoldina, lançado no mês passado. Além , é claro, dos clássicos de Garoto. “Vou tocar músicas que ainda não toquei em Brasília. Mas alguns antigos clássicos não podem faltar”, diz Paulo Moura.

    De Garoto, sucessos como Gente Humilde, Tristeza de um Violão e Lamentos do Morro são para o músico umas das mais bonitas e vão fazer parte da apresentação. “Estou muito feliz em tocar essas músicas, e quem sabe até gravo no próximo disco”, anima-se.

    Com mais de 15 álbuns gravados e uma carreira consolidada no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos, Moura vem atuando em diversas formações orquestrais e nos mais variados estilos. Na Música Popular Brasileira realizou arranjos para Milton Nascimento, Elis Regina, Nara Leão, Ney Matogrosso, Marisa Monte e muitos outros. Os discos Confusão Urbana, Suburbana e Rural e o Mistura e Manda, são os mais importantes da carreira do clarinetista e considerados referência do choro moderno.

    O reconhecimento do trabalho ocorre no Brasil e também no exterior. No ano passado, ele recebeu uma homenagem na Holanda, em um evento batizado De Pixinguinha a Paulo Moura. As apresentações não param, em agosto estará em Nova York para tocar a música brasileira.

    Paulo Moura está muito associado a Pixinguinha, pois com o último disco que gravou, com músicas dele, ganhou prêmios no Brasil e, nos Estados Unidos, conquistou a principal premiação da indústria fonográfica mundial, o Grammy, em 2001. “Gosto muito de tocar músicas dele. Por causa do sucesso do disco ficou bastante marcado, mas gosto de outros também. Tive oportunidade de tocar com ele duas vezes, no início da minha carreira e foi maravilhoso”, lembra-se.

    Para as apresentações em Brasília, ele diz que quer agradar o público. “E também encontrar os amigos e as pessoas que estão sempre nos meus shows na capital. São músicas diferentes de uma canção popular. A comunicação é através do som”, diz.

    Em relação aos jovens talentos do choro, Moura acredita que são bons músicos, que têm grandes chances de sucesso lá fora, inclusive os brasilienses. “Quem quer público tem que tocar as nossas músicas. Nós, brasileiros, estamos no caminho da valorização do que é realmente bom em termos de música. Os americanos nunca vão tocar choro e samba como nós”.

    De certa maneira, Moura é uma referência máxima na MPB, seja como instrumentista, compositor, maestro ou arranjador. Ele faz parte de uma geração de músicos que adotou a riqueza rítmica da cultura brasileira, compondo um novo caminho de expressão musical: a Música Instrumental Brasileira.

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