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Paulo Betti ataca de diretor em <i>Cafundó</i>

Arquivo Geral

25/05/2007 0h00

Cafundó era o nome do local onde os escravos se refugiavam, caracterizando-se como se fosse uma “África imaginada”. Dessa mistura de África imaginada com senzalas mais do que reais, saiu João de Camargo (Lázaro Ramos), um personagem real da história brasileira. O filme Cafundó, dirigido por Paulo Betti e Clóvis Bueno, retrata a vida deste ex-escravo que criou a imagem do Preto Velho, tão conhecida entre os praticantes de Umbanda.

João de Camargo é um ex- escravo que se encanta com o mundo que se abre diante dele, mas que, ao mesmo tempo, se deixa levar demais ao desespero de viver essa nova realidade. O choque é tão grande que João começa a ter alucinações.

Essas alucinações, no entanto, transformam-se em iluminação, pois o ex-escravo acredita que pode ver Deus. E com isso, surge uma nova missão em sua vida, ajudar o próximo. João adquire o poder de curar as pessoas. Sua morte, o transforma em uma das lendas da fé e cultura brasileira, tornando-o conhecido como o Preto Velho João de Camargo.

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