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Pássaros sem asas voam na Funarte

Arquivo Geral

23/07/2004 0h00

Domar o desejo do homem de lidar com o tempo, a gravidade e as formas com que estes elementos são percebidos na vida. O mote é simples e o resultado, desafiador, quase metafísico, intenso como o circo deve ser. É isso a que se propõe a Intrépida Trupe, que aterrisa hoje na Sala Funarte, com o espetáculo 1000 Tempos, uma fusão dos melhores números do repertório de 18 anos de existência. O espetáculo tem, sobretudo, cenas da última montagem da companhia, Sonhos de Einstein.

Em meio a estruturas de ferro e aço nas quais deveriam se pendurar, se balançar e com o apoio de patins, mosquetões, uma eficiente iluminação e muito jogo de cintura, os dançarinos impressionam pela técnica circense apurada.

“Decidimos fazer essa mistura de vários números de outros espetáculos pois o público sempre pede”, explica uma das diretoras e figurinista da companhia, Valéria Martins. Para ela, o trabalho maior da companhia é o de não abandonar nunca a pesquisa, estudar a possibilidade dos riscos, a segurança e sobretudo, estar sempre de olho no apuro técnico. “Temos aulas de diversas técnicas como pilatis, balé clássico, yoga, atualizamos sempre os equipamentos, pesquisamos materiais como mosquetões novos”, enfim, o trabalho da companhia carioca nunca para. O resultado é um espetáculo vivo. “A cada novo trabalho, damos um salto”, ilustra Cláudio Baltar, diretor da Intrépida.

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    Pássaros sem asas voam na Funarte

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    Em meio a estruturas de ferro e aço nas quais deveriam se pendurar, se balançar e com o apoio de patins, mosquetões, uma eficiente iluminação e muito jogo de cintura, os dançarinos impressionam pela técnica circense apurada.

    “Decidimos fazer essa mistura de vários números de outros espetáculos pois o público sempre pede”, explica uma das diretoras e figurinista da companhia, Valéria Martins. Para ela, o trabalho maior da companhia é o de não abandonar nunca a pesquisa, estudar a possibilidade dos riscos, a segurança e sobretudo, estar sempre de olho no apuro técnico. “Temos aulas de diversas técnicas como pilatis, balé clássico, yoga, atualizamos sempre os equipamentos, pesquisamos materiais como mosquetões novos”, enfim, o trabalho da companhia carioca nunca para. O resultado é um espetáculo vivo. “A cada novo trabalho, damos um salto”, ilustra Cláudio Baltar, diretor da Intrépida.

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