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Passaporte para a fama

Arquivo Geral

18/05/2003 0h00

Recordista de exportação com Escrava Isaura, autor de marcos da TV como Dancin’ Days e Vale Tudo, afastado do horário nobre desde Pátria Minha, de 1994. Dito isto, atire a primeira pedra quem não estiver curioso para rever o trabalho de Gilberto Braga, escalado para substituir Manoel Carlos no horário das oito, com Celebridade. O próprio Gilberto, que é muito autocrítico, não esconde a ansiedade. “Infelizmente, sempre escrevi sofrendo. Já sonhei mudar, mas não consigo. Minha relação com o trabalho é assim, como a de muitos escritores. Invejo os que trabalham felizes”, diz. Sua próxima trama tem tudo para dar certo. Com Leonor Basséres, Sérgio Marques, Márcia Prates e Denise Bandeira, ele vai falar sobre a atração que as pessoas têm pela fama. No elenco, atores que já foram parceiros dele, como Nívea Maria, Malu Mader, Cláudia Abreu, Marcos Palmeira, Isabela Garcia, Fábio Assunção, Deborah Evelyn e Taumaturgo Ferreira. E outros com quem nunca trabalhou: Alexandre Borges, Deborah Secco, Marcelo Faria, Eliane Giardini, Gracindo Jr. e Márcio Garcia.

Como é trabalhar pela primeira vez com alguns atores?

É preciso haver equilíbrio entre os atores que conheço bem e os que nunca trabalharam comigo. Vou realizar o grande sonho de trabalhar com Alexandre Borges, que admiro desde Engraçadinha. Espero conseguir escrever um personagem à altura do talento dele. Também tenho vontade de trabalhar com a Deborah Secco desde Confissões de Adolescente.

Suas novelas sempre foram marcadas pela polêmica. Essa também será assim?

Se houve polêmica nunca foi voluntário. Polêmica é bom para a imprensa. Quando eu era jornalista, adorava. Como autor, gosto é de sucesso.

Concorda que ajuda a novela a emplacar?

O que ajuda a emplacar é ter uma história interessante. Sou da linha de Janete Clair, Ivani Ribeiro. Não tenho a imaginação da Glória Perez, que admiro. Fico preso ao mundo que me cerca e nele procuro o excepcional.

Fábio Assunção será um editor mau-caráter. Quer comprar briga com parte da imprensa?

Tenho que reconhecer que o vilão é um jornalista inescrupuloso. Em O Dono do Mundo era um cirurgião plástico. Não quero briga, como não quis com a medicina. A novela terá também jornalistas do bem.

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    Passaporte para a fama

    Arquivo Geral

    18/05/2003 0h00

    Recordista de exportação com Escrava Isaura, autor de marcos da TV como Dancin’ Days e Vale Tudo, afastado do horário nobre desde Pátria Minha, de 1994. Dito isto, atire a primeira pedra quem não estiver curioso para rever o trabalho de Gilberto Braga, escalado para substituir Manoel Carlos no horário das oito, com Celebridade. O próprio Gilberto, que é muito autocrítico, não esconde a ansiedade. “Infelizmente, sempre escrevi sofrendo. Já sonhei mudar, mas não consigo. Minha relação com o trabalho é assim, como a de muitos escritores. Invejo os que trabalham felizes”, diz. Sua próxima trama tem tudo para dar certo. Com Leonor Basséres, Sérgio Marques, Márcia Prates e Denise Bandeira, ele vai falar sobre a atração que as pessoas têm pela fama. No elenco, atores que já foram parceiros dele, como Nívea Maria, Malu Mader, Cláudia Abreu, Marcos Palmeira, Isabela Garcia, Fábio Assunção, Deborah Evelyn e Taumaturgo Ferreira. E outros com quem nunca trabalhou: Alexandre Borges, Deborah Secco, Marcelo Faria, Eliane Giardini, Gracindo Jr. e Márcio Garcia.

    Como é trabalhar pela primeira vez com alguns atores?

    É preciso haver equilíbrio entre os atores que conheço bem e os que nunca trabalharam comigo. Vou realizar o grande sonho de trabalhar com Alexandre Borges, que admiro desde Engraçadinha. Espero conseguir escrever um personagem à altura do talento dele. Também tenho vontade de trabalhar com a Deborah Secco desde Confissões de Adolescente.

    Suas novelas sempre foram marcadas pela polêmica. Essa também será assim?

    Se houve polêmica nunca foi voluntário. Polêmica é bom para a imprensa. Quando eu era jornalista, adorava. Como autor, gosto é de sucesso.

    Concorda que ajuda a novela a emplacar?

    O que ajuda a emplacar é ter uma história interessante. Sou da linha de Janete Clair, Ivani Ribeiro. Não tenho a imaginação da Glória Perez, que admiro. Fico preso ao mundo que me cerca e nele procuro o excepcional.

    Fábio Assunção será um editor mau-caráter. Quer comprar briga com parte da imprensa?

    Tenho que reconhecer que o vilão é um jornalista inescrupuloso. Em O Dono do Mundo era um cirurgião plástico. Não quero briga, como não quis com a medicina. A novela terá também jornalistas do bem.

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