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Os salvadores da noite

Arquivo Geral

01/08/2003 0h00

Para quem realmente não tem medo de ver o sol nascer e virar cinza, o Sabor Brasil, na 302 Sul, é o reduto perfeito para essa turma. O local fica aberto até as 6h da matina servindo 24 tipos de caldos e sopas diariamente. Ao todo são 150 variedades por semana.

“Temos caldo de chambaril (panturrilha do boi), de mocotó e de galinha caipira”, enumera o gerente do restaurante, João Evangelista, explicando que esses caldos são os chamados regionais. Claro, há os tradicionais caldo verde e canja. O gerente garante que a partir das 18h os recipientes já estão com os caldos fumegando. O boêmio só corre o risco de depois de degustar os fortes caldos dormir em cima da mesa. Vale lembrar que paga-se R$ 9,80 por pessoa e come-se o quanto quiser.

Falar de comer na madrugada sem citar as barraquinhas de cachorro-quente seria um pecado imperdoável. Por isso, depois de novamente consultar os amigos experts na noite, ele sugeriram a barraca de cachorro-quente do Landi, que há 17 anos alimenta os glutões bem na entrada da residencial da 405 Sul.

Lá, o sanduíche americano mais que se abrasileirou. Landi, na verdade Landinácio Oliveira, serve o cachorro-quente com salsicha, queijo mussarela derretido, milho e batata palha a módicos R$ 2. “E o nosso pão é caseiro”, complementa ele, garantindo que come o sanduíche todos os dias. “Tenho que manter o padrão de qualidade”, afirma ele, que tem uma clientela mais do que cativa.

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    “Temos caldo de chambaril (panturrilha do boi), de mocotó e de galinha caipira”, enumera o gerente do restaurante, João Evangelista, explicando que esses caldos são os chamados regionais. Claro, há os tradicionais caldo verde e canja. O gerente garante que a partir das 18h os recipientes já estão com os caldos fumegando. O boêmio só corre o risco de depois de degustar os fortes caldos dormir em cima da mesa. Vale lembrar que paga-se R$ 9,80 por pessoa e come-se o quanto quiser.

    Falar de comer na madrugada sem citar as barraquinhas de cachorro-quente seria um pecado imperdoável. Por isso, depois de novamente consultar os amigos experts na noite, ele sugeriram a barraca de cachorro-quente do Landi, que há 17 anos alimenta os glutões bem na entrada da residencial da 405 Sul.

    Lá, o sanduíche americano mais que se abrasileirou. Landi, na verdade Landinácio Oliveira, serve o cachorro-quente com salsicha, queijo mussarela derretido, milho e batata palha a módicos R$ 2. “E o nosso pão é caseiro”, complementa ele, garantindo que come o sanduíche todos os dias. “Tenho que manter o padrão de qualidade”, afirma ele, que tem uma clientela mais do que cativa.

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