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Os bastidores dos bastidores

Arquivo Geral

31/08/2004 0h00

Explicar de uma forma objetiva o que está por trás da psicografia, evento mediúnico por meio do qual os mortos se manifestam no mundo dos vivos. É com este tema difícil de se abordar que o escritor e jornalista Marcel Souto Maior enfrenta o desafio de lançar seu segundo livro, Por Trás do Véu de Ísis – Uma investigação sobre a comunicação entre vivos e mortos. O lançamento nacional desta obra ocorre hoje, às 19h30, no Teatro da Caixa, pelo projeto Sempre um Papo.

Seu primeiro livro, As Vidas de Chico Xavier, se transformou em best-seller e projetou o escritor no cenário literário nacional. Com sua mais nova obra, ele dá continuidade ao trabalho de divulgação da doutrina espírita. “O livro é dedicado às famílias que lidam com a perda de entes queridos”, explica.

Seu primeiro contato com a doutrina espírita surgiu há dez anos, quando, atuando como jornalista, teve de fazer uma matéria sobre a peça espírita Além da Vida. “Sou um jornalista, treinado para duvidar de tudo, e é assim que eu ajo”, conta. “Ainda me surpreendo com muitos fenômenos. Assim, o meu compromisso maior é com a clareza e o ritmo. Por isso uso recursos do romance e aposto um pouco no suspense, neste novo livro. Mas o desafio maior é fazer com que um parágrafo puxe o outro, um capítulo puxe o outro. É um exercício constante de sedução do leitor”.

E é exatamente sobre as diversas experiências vivenciadas no processo de produção dos seus textos e as dificuldades encontradas pelo escritor na hora da criação que Marcel conversará com o público hoje à noite.

“Vou falar por 50 minutos sobre os mistérios da mediunidade, minha experiência nesse campo, como cheguei ao médium Chico Xavier, tudo o que aconteceu comigo e me transformou de um cético a alguém que crê nesses fenômenos”, adianta. “E sobretudo, irei falar de todas as crises que vivi no processo de escrita deste último livro”.

A idéia do escritor é completar a trilogia – iniciada com o livro sobre a saga de Chico Xavier, desenvolvida em forma de thriller nesta publicação atual – com um futuro livro em que ele abordará as questões de tribunais nas quais estão envolvidos diversos espíritas praticantes.

“Há inúmeros casos de médiuns que chegam a ser processados por familiares que não crêem que seus entes podem estar se comunicando pela psicografia”, relata Macial, que não é espírita e jamais se identificou com qualquer corrente religiosa. “Até Chico Xavier sofreu um processo como esse”.

A psicografia, tema abordado em seu livro, é o processo pelo qual os mortos transmitem suas mensagens aos vivos. Intriga, pois os médiuns que recebem essas mensagens geralmente escrevem com os olhos fechados, e as palavras vêm com a grafia, as expressões usadas pelo espírito, enfim, com várias “provas” de que aquele texto é de determinada pessoa já morta.

“O livro ainda está engatinhando, mas já estou recebendo impressões positivas que me surpreendem. Apesar disso, percebo que ainda há um preconceito e, muitas vezes, uma absoluta falta de compreensão do assunto”, observa Marcel.

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    Arquivo Geral

    31/08/2004 0h00

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    Seu primeiro livro, As Vidas de Chico Xavier, se transformou em best-seller e projetou o escritor no cenário literário nacional. Com sua mais nova obra, ele dá continuidade ao trabalho de divulgação da doutrina espírita. “O livro é dedicado às famílias que lidam com a perda de entes queridos”, explica.

    Seu primeiro contato com a doutrina espírita surgiu há dez anos, quando, atuando como jornalista, teve de fazer uma matéria sobre a peça espírita Além da Vida. “Sou um jornalista, treinado para duvidar de tudo, e é assim que eu ajo”, conta. “Ainda me surpreendo com muitos fenômenos. Assim, o meu compromisso maior é com a clareza e o ritmo. Por isso uso recursos do romance e aposto um pouco no suspense, neste novo livro. Mas o desafio maior é fazer com que um parágrafo puxe o outro, um capítulo puxe o outro. É um exercício constante de sedução do leitor”.

    E é exatamente sobre as diversas experiências vivenciadas no processo de produção dos seus textos e as dificuldades encontradas pelo escritor na hora da criação que Marcel conversará com o público hoje à noite.

    “Vou falar por 50 minutos sobre os mistérios da mediunidade, minha experiência nesse campo, como cheguei ao médium Chico Xavier, tudo o que aconteceu comigo e me transformou de um cético a alguém que crê nesses fenômenos”, adianta. “E sobretudo, irei falar de todas as crises que vivi no processo de escrita deste último livro”.

    A idéia do escritor é completar a trilogia – iniciada com o livro sobre a saga de Chico Xavier, desenvolvida em forma de thriller nesta publicação atual – com um futuro livro em que ele abordará as questões de tribunais nas quais estão envolvidos diversos espíritas praticantes.

    “Há inúmeros casos de médiuns que chegam a ser processados por familiares que não crêem que seus entes podem estar se comunicando pela psicografia”, relata Macial, que não é espírita e jamais se identificou com qualquer corrente religiosa. “Até Chico Xavier sofreu um processo como esse”.

    A psicografia, tema abordado em seu livro, é o processo pelo qual os mortos transmitem suas mensagens aos vivos. Intriga, pois os médiuns que recebem essas mensagens geralmente escrevem com os olhos fechados, e as palavras vêm com a grafia, as expressões usadas pelo espírito, enfim, com várias “provas” de que aquele texto é de determinada pessoa já morta.

    “O livro ainda está engatinhando, mas já estou recebendo impressões positivas que me surpreendem. Apesar disso, percebo que ainda há um preconceito e, muitas vezes, uma absoluta falta de compreensão do assunto”, observa Marcel.

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