A instituição informou hoje que a imagem foi adquirida por 51 mil libras (US$ 91.860).
“A língua dos Rolling Stones é um dos primeiros exemplos de uma banda que usa uma marca e se transforma no logotipo de rock possivelmente mais famoso do mundo”, afirmou Victoria Broakes, chefe de exposições do V&A.
A imagem, de 40 centímetros de comprimento por 30 de largura, é um dos ícones mais conhecidos da história do rock and roll e foi usada pela primeira vez no álbum Sticky Fingers (1971).
Desde então, o logotipo serviu de enfeite para outros discos, camisetas, cartazes e todo tipo de material de promoção da lendária banda britânica.
O criador do ícone é John Pasche, um estilista que recebeu essa incumbência do próprio Jagger, vocalista dos Rolling Stones, no início de 1970.
Durante anos, muita gente achou que a “língua” era obra de Andy Warhol (1928-1987), figura central do movimento Pop Art.
No entanto, foi Pasche quem desenhou o emblema enquanto estudava desenho gráfico no Royal College of Art de Londres, perto do V&A, cujas coleções, lembrou hoje Victoria Broakes, “costumava visitar para ter inspiração”.
O grupo musical apenas pagou a Pasche por seu trabalho 50 libras na época (US$ 90 ao câmbio atual).