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Opus Dei prepara reação antes da estréia de <i>O Código Da Vinci</i>

Arquivo Geral

11/05/2006 0h00

O Opus Dei lançou uma campanha publicitária para combater a imagem negativa do livro O Código da Vinci, republicando Caminho, do fundador do instituição, Josemar ía Escrivá. A obra foi publicada pela primeira vez na Espanha em 1939. Desde então, foi lançado em 46 línguas, com 4,6 milhões de cópias impressas.

Publicado pela Doubleday, que também é a editora de Brown, Caminho reúne 999 textos curtos com conselhos, exortações e filosofia. A Doubleday fez uma tiragem inicial de 10 mil exemplares para o mercado da América do Norte.

Toda vez que Barbara Falka passa por um cartaz do filme O Código Da Vinci, a elegante professora de 50 anos, uma integrante celibata do Opus Dei há 26 anos, tem vontade de parar as pessoas para lhes dizer "Eu sou normal".

A organização católica é retratada no best-seller de Dan Brown como um culto secreto disposto a matar para defender uma fachada católica de 2 mil anos. A face do Opus Dei no livro é Silas, um monge albino com um lado masoquista.

"Somos muito normais", disse Falk, usando um terninho e colar de pérolas e bebendo vinho numa recepção na terça-feira em Nova York para comemorar a publicação de Caminho. O lançamento foi calculado para coincidir com a estréia do filme este mês.

O Opus Dei é uma organização católica conservadora fundada em 1928 na Espanha por Escrivá para ensinar os católicos a buscar a santidade por meio do trabalho. Ela tem 85 mil membros em todo o mundo, dos quais 2 mil são padres. Escrivá foi considerado santo em 2002.

O livro O Código Da Vinci , com mais de 40 milhões de cópias impressas em todo o mundo em 44 idiomas, provocou a fúria nos cristãos, pois se baseia na idéia de que Jesus foi casado com Maria Madalena e teve filhos.

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