O Acervo da Obra Musical e Pictórica do Maestro Claudio Franco de Sá Santoro foi tombado nesta segunda-feira (23) no Teatro Nacional que leva seu nome. Se estivesse vivo, ontem, Santoro teria completado 90 anos. Um dos mais importantes nomes da música nacional, o maestro é o fundador da Orquestra Sinfônica de Brasília.
O acervo tombado compreende as obras musicais – orquestrais, sinfônicas, de câmara e eletroacústicas, incluídas as partituras de óperas, sinfonias, obras para coro, solistas, conjuntos instrumentais e instrumentos solo, música incidental para cinema, rádio e televisão –, as obras de arte visual – quadros e litografias –, assim como textos, artigos, material pedagógico com anotações e comentários musicais e correspondência pessoal, prêmios, condecorações e honrarias.
Participaram da solenidade a coreógrafa Gisèle Santoro, viúva do Maestro, o secretário-adjunto de Cultura, Beto Sales, e o deputado Distrital, Cláudio Abrantes, o pianista Ney Salgado e Agnelo Queiroz.
Santoro nasceu em Manaus e foi professor fundador do Departamento de Música da Universidade de Brasília. O maestro morreu em 1989, aos 70 anos, quando ocupava o cargo de regente titular da Orquestra que hoje leva seu nome.