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O sofisticado em roupagem popular

Arquivo Geral

24/09/2003 0h00

Não necessariamente o que é requintado nasce com o veto ao popular. Assim se apresenta Pérolas aos Poucos, terceiro disco solo de Zé Miguel Wisnik, compositor muito bem-saudado pela MPB e que, neste lançamento, vem com participações especiais de Caetano Veloso (em Assum Branco), Elza Soares (Presente), Jussara Silveira (Baião de Quatro Toques), Luciana Alves (DNA) e Ná Ozetti (Sem Receita).

“É um disco por onde vão passando pessoas com quem tenho grande afinidade”, resume Wisnik, que, além da parceria constante do poeta Paulo Neves – com quem compôs a faixa-título –, também acionou um quatro-mãos com Jorge Mautner em Tempo Sem Tempo. Em letra e melodia, ele mostra o porquê de sua boa receptividade entre a maioria dos músicos do cenário nacional.

“Isso foi possível porque fiz um disco centrado no piano, instrumento que sempre toquei”, conta. Wisnik retoma o princípio segundo o qual o piano é perfeito para conferir unidade a diferentes temas – daí a popularidade.

O contraste com esse panorama unânime de gosto se faz sentir na distribuição do disco – que, mesmo apresentando uma música “com a possibilidade de ser ouvida por muita gente”, acentua, não está em todas as lojas. Questão de mercado, digamos assim. Mas a resistência ao massificado também encontra valiosas brechas. E Pérolas aos Poucos é, em cheio, uma dessas oportunidades.

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    24/09/2003 0h00

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    “É um disco por onde vão passando pessoas com quem tenho grande afinidade”, resume Wisnik, que, além da parceria constante do poeta Paulo Neves – com quem compôs a faixa-título –, também acionou um quatro-mãos com Jorge Mautner em Tempo Sem Tempo. Em letra e melodia, ele mostra o porquê de sua boa receptividade entre a maioria dos músicos do cenário nacional.

    “Isso foi possível porque fiz um disco centrado no piano, instrumento que sempre toquei”, conta. Wisnik retoma o princípio segundo o qual o piano é perfeito para conferir unidade a diferentes temas – daí a popularidade.

    O contraste com esse panorama unânime de gosto se faz sentir na distribuição do disco – que, mesmo apresentando uma música “com a possibilidade de ser ouvida por muita gente”, acentua, não está em todas as lojas. Questão de mercado, digamos assim. Mas a resistência ao massificado também encontra valiosas brechas. E Pérolas aos Poucos é, em cheio, uma dessas oportunidades.

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