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O sapato certo para fazer cenas de ação

Arquivo Geral

31/08/2003 0h00

HUMOR – Com 13 anos de carreira, a atriz, de 30 anos, vê na comédia uma saída para conviver melhor com um personagem durante os oito meses de novela. “O humor é a salvação de tudo. Não sei se é proposital ou não, mas é minha leitura dos personagens. Preciso ter prazer de conviver com eles. Antes fazia a mocinha pela mocinha, essa história veio com o tempo, com a idade e experiência.”

INÍCIO – Antes de enfrentar o concurso de novos atores que lhe rendeu um papel em Top Model, em 1989, Adriana foi apresentadora da Band. “Era um programa independente, de variedades. Estudava Comunicação e não imaginava ser atriz. Na verdade, estava abrindo portas”, lembra. Daí ela foi convidada para apresentar um quadro no Domingão do Faustão. “Isso não rolou e eu, que tinha ficado chateada, pedi que os diretores me apresentassem a alguém que pudesse fazer testes comigo. Ia ter um concurso de novos atores e quem selecionava era o (diretor) Ricardo Waddington”, conta. As felizardas foram ela, Flávia Alessandra e Gabriela Duarte. “Flávia é minha amiga até hoje, vivemos trocando figurinhas sobre filhos. Gabriela, encontro menos, mas também adoro”.

AÇÃO – O corre-corre de Kubanacan fez a atriz acabar gostando de cenas de ação. “Sempre fui muito menininha, mas hoje entendo mais os meninos que gostam de ação e me divirto. É uma novela difícil de ser feita, tem um ritmo muito diferente. É preciso ter até sapato adequado para fazer ação. Nunca tinha feito uma aventura e, como a gente grava muito e os capítulos são dinâmicos, a concentração tem de vir com uma alegria. Administrar isso é um exercício.”

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    31/08/2003 0h00

    HUMOR – Com 13 anos de carreira, a atriz, de 30 anos, vê na comédia uma saída para conviver melhor com um personagem durante os oito meses de novela. “O humor é a salvação de tudo. Não sei se é proposital ou não, mas é minha leitura dos personagens. Preciso ter prazer de conviver com eles. Antes fazia a mocinha pela mocinha, essa história veio com o tempo, com a idade e experiência.”

    INÍCIO – Antes de enfrentar o concurso de novos atores que lhe rendeu um papel em Top Model, em 1989, Adriana foi apresentadora da Band. “Era um programa independente, de variedades. Estudava Comunicação e não imaginava ser atriz. Na verdade, estava abrindo portas”, lembra. Daí ela foi convidada para apresentar um quadro no Domingão do Faustão. “Isso não rolou e eu, que tinha ficado chateada, pedi que os diretores me apresentassem a alguém que pudesse fazer testes comigo. Ia ter um concurso de novos atores e quem selecionava era o (diretor) Ricardo Waddington”, conta. As felizardas foram ela, Flávia Alessandra e Gabriela Duarte. “Flávia é minha amiga até hoje, vivemos trocando figurinhas sobre filhos. Gabriela, encontro menos, mas também adoro”.

    AÇÃO – O corre-corre de Kubanacan fez a atriz acabar gostando de cenas de ação. “Sempre fui muito menininha, mas hoje entendo mais os meninos que gostam de ação e me divirto. É uma novela difícil de ser feita, tem um ritmo muito diferente. É preciso ter até sapato adequado para fazer ação. Nunca tinha feito uma aventura e, como a gente grava muito e os capítulos são dinâmicos, a concentração tem de vir com uma alegria. Administrar isso é um exercício.”

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