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O que Brasília verá?

Arquivo Geral

19/03/2005 0h00

Originalmente, Lenny executaria 19 canções, mas, na estréia da turnê brasileira, em Porto Alegre, na última terça-feira, faltou Lady. Apesar do lapso, Kravitz assegura um show completo, superproduzido e, o melhor de tudo, sem miséria em termos de duração. São duas horas de espetáculo, com apenas quatro baladas (It ain’t Ouver Till is Over, Again, Stand By My Woman e Callin’ All Angels), costuradas por uma seção cansativa, porém, compensadora de pula-pula.

A abertura do show fica por conta da nova Minister of Rock’n’roll (do álbum Baptism, posterior ao Celebrate, no qual a turnê está focada). Em seguida, entram as imponentes Live e Let Love Rule, executadas em pot-pourri. Lenny coloca as baladas afastadas umas das outras, o que reafirma a performance genuinamente rock’n’roll da tour brasileira.

Lenny Kravitz não pára um minuto sequer. Quando deixa o show nas mãos dos três backing vocals, mais o naipe de metais, baixo, bateria e a guitarra de Craig Ross (num estilo copiado de figurino e trejeitos do veterano Brian May, do Queen), Lenny rebola, corre de um lado para o outro, chama a platéia para interagir com ele e só faz esquentar o show, canção a canção, até explodir com Fly Away, momento áureo da noite, no qual consegue tirar da platéia o alto coro de vozes pelo qual aguardou o show todo. No primeiro bis, Lenny ataca de voz e violão com Calling All Angels. Despede-se e retorna com a banda para Again. Mais uma vez deixa o palco e, sob saudações de um “tchau” e um “obrigado” em português, retorna com o desfecho devastador de Are You Gonna Go My Way.

O repórter assistiu ao show de estréia da turnê Celebrate no Brasil, na terça-feira passada, em Porto Alegre (RS), a convite da produção.

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    19/03/2005 0h00

    Originalmente, Lenny executaria 19 canções, mas, na estréia da turnê brasileira, em Porto Alegre, na última terça-feira, faltou Lady. Apesar do lapso, Kravitz assegura um show completo, superproduzido e, o melhor de tudo, sem miséria em termos de duração. São duas horas de espetáculo, com apenas quatro baladas (It ain’t Ouver Till is Over, Again, Stand By My Woman e Callin’ All Angels), costuradas por uma seção cansativa, porém, compensadora de pula-pula.

    A abertura do show fica por conta da nova Minister of Rock’n’roll (do álbum Baptism, posterior ao Celebrate, no qual a turnê está focada). Em seguida, entram as imponentes Live e Let Love Rule, executadas em pot-pourri. Lenny coloca as baladas afastadas umas das outras, o que reafirma a performance genuinamente rock’n’roll da tour brasileira.

    Lenny Kravitz não pára um minuto sequer. Quando deixa o show nas mãos dos três backing vocals, mais o naipe de metais, baixo, bateria e a guitarra de Craig Ross (num estilo copiado de figurino e trejeitos do veterano Brian May, do Queen), Lenny rebola, corre de um lado para o outro, chama a platéia para interagir com ele e só faz esquentar o show, canção a canção, até explodir com Fly Away, momento áureo da noite, no qual consegue tirar da platéia o alto coro de vozes pelo qual aguardou o show todo. No primeiro bis, Lenny ataca de voz e violão com Calling All Angels. Despede-se e retorna com a banda para Again. Mais uma vez deixa o palco e, sob saudações de um “tchau” e um “obrigado” em português, retorna com o desfecho devastador de Are You Gonna Go My Way.

    O repórter assistiu ao show de estréia da turnê Celebrate no Brasil, na terça-feira passada, em Porto Alegre (RS), a convite da produção.

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