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O que aconteceu com eles

Arquivo Geral

25/08/2003 0h00

Dos grupos que participaram do Rumores ,o que voou mais alto foi o Finis Africae. Após o lançamento do LP, na tarde de 25 de agosto de 1985, na Concha Acústica, as bandas seguiram caminhos diferentes. O Elite Sofisticada conseguiu que o Capital Inicial gravasse seu hit Tudo Mal, no disco Independência (Polygram/1987) , e pouco tempo depois se desfez.

O Detrito Federal mudou toda a formação. Paulo Cesar Cascão (hoje advogado e DJ na cidade) saiu da bateria e assumiu os vocais no lugar de Alex Podrão, que fundou o BSBH. O DF assinou um contrato com a Polygram e lançou um LP solo, em 1987, mas brigas internas levaram ao fim da banda.

O Escola de Escândalo – tido como a grande promessa do Rumores – teve um fim trágico. Seu guitarrista, Fejão, foi preso por envolvimento com drogas, contraiu uma hepatite C e faleceu. Mariele Loiola, que dividia os vocais com Bernardo Mueller, deixou o grupo e fundou o Arte no Escuro, com quem lançou um álbum pela EMI apadrinhado por Renato Russo. Ela ainda montou a Volkanas com a ex-baixista do Detrito, Mila, e hoje canta numa banda em Curitiba.

O Finis Africae aproveitou o sucesso de Rumores (com as músicas Ética e Van Gogh sendo escolhidas entre as dez melhores do rock nacional em 1985) e lançou um LP com seis canções, também pelo Sebo do Disco, incluindo o hit Armadilha. Em seguida, Isnaldo Lacerda vendeu a matriz do álbum para a EMI, que lançou o Finis nacionalmente. O disco homônimo, de 1988, vendeu 65 mil cópias. A banda continua em atividade esporádica, no Rio de Janeiro, com Ronaldo (baterista fundador) e Eduardo Moraes (vocal).

O baixista Neto Pavanelli – em estágio no Ministério Público do DF – e o guitarrista José Flores – servidor do Senado Federal – voltaram para Brasília. O vocalista do Finis no disco Rumores, Rodrigo Leitão, deixou a banda após a gravação do LP e montou o grupo Pânico!, que participou de uma coletânea pela WEA, Rock Brasília Explode Brasil (1987) e lançou um álbum independente (1988). Hoje, é jornalista e edita o caderno Viva! no Jornal de Brasília.

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    Arquivo Geral

    25/08/2003 0h00

    Dos grupos que participaram do Rumores ,o que voou mais alto foi o Finis Africae. Após o lançamento do LP, na tarde de 25 de agosto de 1985, na Concha Acústica, as bandas seguiram caminhos diferentes. O Elite Sofisticada conseguiu que o Capital Inicial gravasse seu hit Tudo Mal, no disco Independência (Polygram/1987) , e pouco tempo depois se desfez.

    O Detrito Federal mudou toda a formação. Paulo Cesar Cascão (hoje advogado e DJ na cidade) saiu da bateria e assumiu os vocais no lugar de Alex Podrão, que fundou o BSBH. O DF assinou um contrato com a Polygram e lançou um LP solo, em 1987, mas brigas internas levaram ao fim da banda.

    O Escola de Escândalo – tido como a grande promessa do Rumores – teve um fim trágico. Seu guitarrista, Fejão, foi preso por envolvimento com drogas, contraiu uma hepatite C e faleceu. Mariele Loiola, que dividia os vocais com Bernardo Mueller, deixou o grupo e fundou o Arte no Escuro, com quem lançou um álbum pela EMI apadrinhado por Renato Russo. Ela ainda montou a Volkanas com a ex-baixista do Detrito, Mila, e hoje canta numa banda em Curitiba.

    O Finis Africae aproveitou o sucesso de Rumores (com as músicas Ética e Van Gogh sendo escolhidas entre as dez melhores do rock nacional em 1985) e lançou um LP com seis canções, também pelo Sebo do Disco, incluindo o hit Armadilha. Em seguida, Isnaldo Lacerda vendeu a matriz do álbum para a EMI, que lançou o Finis nacionalmente. O disco homônimo, de 1988, vendeu 65 mil cópias. A banda continua em atividade esporádica, no Rio de Janeiro, com Ronaldo (baterista fundador) e Eduardo Moraes (vocal).

    O baixista Neto Pavanelli – em estágio no Ministério Público do DF – e o guitarrista José Flores – servidor do Senado Federal – voltaram para Brasília. O vocalista do Finis no disco Rumores, Rodrigo Leitão, deixou a banda após a gravação do LP e montou o grupo Pânico!, que participou de uma coletânea pela WEA, Rock Brasília Explode Brasil (1987) e lançou um álbum independente (1988). Hoje, é jornalista e edita o caderno Viva! no Jornal de Brasília.

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