Menu
Promoções

O local onde tudo pode acontecer

Arquivo Geral

20/06/2003 0h00

O Beirute não tem freqüentadores. Tem seguidores. Quando a noite cai, os integrantes de todas as tribos, independente de faixa etária, estilo de vida, profissão ou classe social, invadem suas mesas, onde os papos mais distintos do mundo são estimulados com cerveja servida dentro do copo Nadir Figueiredo. “Os freqüentadores do Beirute respeitam a diversidade. O público é heterogêneo e todos respeitam as opções de vida de cada um”, resume sabiamente Francisco Emílio ou Chico, 26 anos, filho de Francisco Marinho, um dos proprietários do famoso bar. Definitivamente não há em Brasília, um local como o Beirute, onde clientela tão distinta conviva tão bem. Universitários, pais de família, profissionais liberais, artistas, jornalistas, executivos, intelectuais, punks, darks, straights, descolados, modernos e toda sorte de tribo que surja nesta louca sociedade moderna está presente no Beirute. A única classe que a clientela não aceita é político demagogo. Afinal, que outro lugar da cidade uma pessoa pública poderia medir sua popularidade tão democraticamente? A ordem é despir-se de preconceitos e curtir uma cerveja gelada e petiscos, como o quibeirute, as kaftas e a pastinha de grão de bico com pão sírio. Diversão mais do que garantida.

    Você também pode gostar

    O local onde tudo pode acontecer

    Arquivo Geral

    20/06/2003 0h00

    O Beirute não tem freqüentadores. Tem seguidores. Quando a noite cai, os integrantes de todas as tribos, independente de faixa etária, estilo de vida, profissão ou classe social, invadem suas mesas, onde os papos mais distintos do mundo são estimulados com cerveja servida dentro do copo Nadir Figueiredo. “Os freqüentadores do Beirute respeitam a diversidade. O público é heterogêneo e todos respeitam as opções de vida de cada um”, resume sabiamente Francisco Emílio ou Chico, 26 anos, filho de Francisco Marinho, um dos proprietários do famoso bar. Definitivamente não há em Brasília, um local como o Beirute, onde clientela tão distinta conviva tão bem. Universitários, pais de família, profissionais liberais, artistas, jornalistas, executivos, intelectuais, punks, darks, straights, descolados, modernos e toda sorte de tribo que surja nesta louca sociedade moderna está presente no Beirute. A única classe que a clientela não aceita é político demagogo. Afinal, que outro lugar da cidade uma pessoa pública poderia medir sua popularidade tão democraticamente? A ordem é despir-se de preconceitos e curtir uma cerveja gelada e petiscos, como o quibeirute, as kaftas e a pastinha de grão de bico com pão sírio. Diversão mais do que garantida.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado