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O ESPETÁCULO

Arquivo Geral

30/06/2003 0h00

Béjart foi buscar em Madre Teresa a paz tão ausente nesse momento de tensão no mundo. Desde que estreou, em outubro passado na Suíça, o espetáculo Madre Teresa e as Crianças do Mundo, com a nova Companhia M, o coreógrafo Maurice Béjart tem vivido uma experiência inédita: recebe em quase todos os países por onde se apresenta ótimas críticas e elogios. Brasileira de maior projeção internacional no cenário do balé clássico, Márcia Haydée vive atualmente o seu lado atriz com empenho total. Para encarnar Madre Teresa, precisou decorar textos em diversas línguas e estudar empostação de voz, já que quase todo o espetáculo, com pouco mais de uma hora de duração, é costurado por textos da personagem-tema. Na visão de William Pedro, o espetáculo passa uma mensagem de amor. “Representamos textos e verdades que a Madre Teresa pregou, de amor, união, igualdade, ou seja, sentimentos universais. Por isso a receptividade é tão grande em qualquer parte do mundo”, relata William.

O entrosamento da companhia é tamanho e as vivências no palco tão profundas, que em alguns países onde o espetáculo foi apresentado as pessoas nas ruas beijavam a mão de Márcia e tocavam o seu vestido, chamando-a de “Mãe Teresa”. Do Brasil a trupe parte para o Líbano, Alemanha e Itália. Enquanto isso, Béjart continua na Suíça, onde dirige o Béjart Ballet Lausanne.

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    O ESPETÁCULO

    Arquivo Geral

    30/06/2003 0h00

    Béjart foi buscar em Madre Teresa a paz tão ausente nesse momento de tensão no mundo. Desde que estreou, em outubro passado na Suíça, o espetáculo Madre Teresa e as Crianças do Mundo, com a nova Companhia M, o coreógrafo Maurice Béjart tem vivido uma experiência inédita: recebe em quase todos os países por onde se apresenta ótimas críticas e elogios. Brasileira de maior projeção internacional no cenário do balé clássico, Márcia Haydée vive atualmente o seu lado atriz com empenho total. Para encarnar Madre Teresa, precisou decorar textos em diversas línguas e estudar empostação de voz, já que quase todo o espetáculo, com pouco mais de uma hora de duração, é costurado por textos da personagem-tema. Na visão de William Pedro, o espetáculo passa uma mensagem de amor. “Representamos textos e verdades que a Madre Teresa pregou, de amor, união, igualdade, ou seja, sentimentos universais. Por isso a receptividade é tão grande em qualquer parte do mundo”, relata William.

    O entrosamento da companhia é tamanho e as vivências no palco tão profundas, que em alguns países onde o espetáculo foi apresentado as pessoas nas ruas beijavam a mão de Márcia e tocavam o seu vestido, chamando-a de “Mãe Teresa”. Do Brasil a trupe parte para o Líbano, Alemanha e Itália. Enquanto isso, Béjart continua na Suíça, onde dirige o Béjart Ballet Lausanne.

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