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O espancador e a desmiolada

Arquivo Geral

29/06/2003 0h00

Pobre Raquel! Ou será que é isso mesmo? O drama da apetitosa professora de educação física vivida por Helena Ranaldi em Mulheres Apaixonadas alimenta material para algumas reflexões fundamentais sobre os relacionamentos humanos. A primeira é aquela mais antiga que ainda conserva sua sabedoria: em briga de marido e mulher, melhor ficar de fora. Na seqüência vem outro tema importante para se refletir: é simplório ao extremo qualificar Marcos (Dan Stulbach) como o louco da questão. Aos olhos da maioria dos mortais comuns como você e eu, de imediato Marcos desponta como doente. Não deixa de sê-lo. Mas vamos pensar aqui: e Raquel, é só coitadinha? Se a bela suporta até hoje a desconfortável situação de estar junto de um descontrolado que a humilha e espanca, é porque não anda muito centrada. E aí vem a máxima segundo a qual “muito amor termina quando acaba a neurose”: se Marcos é doido, Raquel também o é, e talvez até mais um pouco, pois sua loucura consiste em suprir a dele. Enquanto uma das duas neuroses persistir, o casamento desses dois vai bem, obrigado, e está intocável. Pior para Fred (Pedro Furtado). Desde antes da novela começar anunciado como o garoto que vai viver uma grande paixão com a professora – será sua primeira experiência sexual –, o gaúcho de olhar de coelho está ganhando espaço na trama das oito, mas até agora não parece dar conta do recado. Conseguirá Fred livrar Raquel da insanidade de seu amor sem-vergonha? Feito isso, sobreviverá às garras da águia maior, que é sua mamãe interesseira? Terá êxito na luta contra Marcinha (Pitty Webo), que o quer para si? Respire fundo, Fred. E tome Toddy, pois vem briga feia por aí.

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